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Maturidade coletiva
Gilmar Ferreira
Gilmar Ferreira

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Maturidade coletiva

Oswaldo de Oliveira, de 68 anos, já teve duas passagens pelo Fluminense, em 2001 e 2006, mas jamais comandou o time tricolor numa edição de Brasileiro por pontos corridos. Seu último trabalho na Série A foi em 2017, dirigindo o Atlético/MG em 13 jogos — aproveitamento de 1,77 ponto por jogo. Ele se desligou recentemente do Urawa Reds, do Japão, e aceitou o desafio de substituir Fernando Diniz, demitido segunda-feira pela má campanha na Série A.

Gosto da filosofia de jogo e sei que Oswaldo reúne em sua comissão técnica ótimos profissionais. Mas espero que o ano e meio no Japão tenha devolvido a ele o equilíbrio e a sabedoria necessárias para a empreitada.

Em seus últimos trabalhos, o técnico andou perdendo a paciência com facilidade. E isso assusta. Porque o treinador não encontrará nas Laranjeiras um clima acolhedor.

Não sei se Oswaldo está bem informado, mas a cobrança será enorme, mesmo com as atenuantes.

Não foi por incapacidade que Diniz não conseguiu os resultados esperados.

Repare: o time que perdeu para o CSA no domingo foi montado sem 16 jogadores do elenco utilizado no início de seu trabalho, em janeiro — um afastado por doping, dois machucados e 13 negociados.

Demais, né? É factível cobrar maturidade coletiva?

Na era dos pontos corridos, Oswaldo de Oliveira já dirigiu times de outros sete clubes em seis edições do Brasileiro. Mas o único que lhe deu a oportunidade de trabalhar pelas 38 rodadas foi o Botafogo, em 2012 e 2013.

Na primeira temporada, terminou em sétimo, com 55 pontos — média de 1,45 ponto por jogo. Na segunda, chegou em quarto, com 61 — média 1,61. No geral, tem 168 partidas na competição, com aproveitamento de 1,42 ponto por partida.

Se tiver esta média nos 23 jogos que restam no Brasileiro, o clube terminará com 44 pontos. Ou seja: o tricolor carioca precisará que o time tenha aproveitamento médio superior ao do técnico.

Vejamos...

Homem-gol

Gabriel Barbosa já fez este ano nada menos do que 24 gols em 34 partidas com a camisa do Flamengo.

É quase um gol por jogo — 0,71. Pois esse é mais ou menos o tamanho da falta que ele fará ao time de Jorge Jesus esta noite, contra o Internacional, no Maracanã, na primeira partida das quartas de final da Libertadores.

Serão os primeiros 90 dos 180 minutos de um duelo imprevisível entre clubes brasileiros.

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