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Luz é o futuro dos tratamentos para a pele

Especial Saúde

Luz é o futuro dos tratamentos para a pele


Karina Mazzini afirma que os resultados serão cada vez melhores (Foto: Contatus)
Karina Mazzini afirma que os resultados serão cada vez melhores (Foto: Contatus)
O laser é um dos “queridinhos” da dermatologia desde que passou a ser utilizado para cuidar da pele, em meados dos anos 60. Mas, os tratamentos realizados hoje eram impensáveis há 30 anos. Até a década de 90, fazer um tratamento com esta tecnologia exigia cuidados rígidos, visto que ele provocava vermelhidão e queimaduras controladas para chegar ao resultado desejado.

Desde então, o uso de luzes para tratamentos dermatológicos vem passando por uma verdadeira revolução. Uma das grandes transformações foi o laser fracionado, que tornou o procedimento menos agressivo e dolorido. “Agora, está chegando ao mercado a tecnologia de picossegundos. Sua velocidade é tão rápida que entra e sai da pele mantendo a superfície íntegra e com o mínimo de impacto. Assim, as chances de sensibilidade excessiva, descamação e vermelhidão são minimizadas”, explica a dermatologista Karina Mazzini.

A tecnologia pode ser indicada tanto para fotoenvelhecimento como para melasma, manchas, cicatrizes de acne e remoção de pigmentos de tatuagem. “O tratamento melhora a textura e o viço da pele, reduz a abertura dos poros, suaviza as olheiras e melhora a qualidade da cútis. Ele vem sendo chamado de ‘BB Laser’, em alusão aos BB Creams, justamente por dar um toque suave à pele”, comenta a médica.

De acordo com Karina Mazzini, os tratamentos dermatológicos estão se tornando menos invasivos e mais rápidos. “As pessoas vão conseguir tratar a pele de forma profunda, sem ter que deixar de trabalhar, sair ou ir em festas. Os resultados serão cada vez melhores com técnicas minimamente invasivas e sutis, não tendo necessidade de um tempo de pausa.”

Os avanços dos procedimentos com luz não estão restritos apenas aos cuidados com a pele. Eles estão progredindo em tratamentos como micoses de unha e até câncer de pele, que utilizam terapia fotodinâmica. “As tecnologias que emitem luz são o futuro da dermatologia. Estamos caminhando para tratamentos sem cortes”, frisa a dermatologista.

Nanotecnologia presente nos cosméticos

 (Foto: Divulgação )
(Foto: Divulgação )

Nos cosméticos é a vez da nanotecnologia. Os produtos de cuidado diário e manutenção dos tratamentos estão sendo feitos com nanopartículas. Elas possibilitam a inserção individual de ativos nas camadas mais profundas da pele, com partículas de dimensões ínfimas que transportam enzimas, proteínas, vitaminas e demais ingredientes ativos naturais e sintéticos de que a pele precisa.

“Os cosméticos tradicionais, por terem partículas maiores, acabam agindo apenas na superfície da pele. Com as nanopartículas, o efeito do produto é potencializado porque ultrapassa a barreira inicial da cútis e sua absorção é intensificada. Assim, temos produtos mais eficientes tanto em relação à prevenção quanto ao tratamento em si”, pontua a dermatologista Karina Mazzini.
 


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