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Laser íntimo para aliviar sintomas da menopausa

Especial Saúde

Laser íntimo para aliviar sintomas da menopausa


Sâmara Mattar diz que procedimento dura em torno de 10 minutos (Foto: Divulgação)
Sâmara Mattar diz que procedimento dura em torno de 10 minutos (Foto: Divulgação)
A mulher experimenta várias fases marcantes durante a vida reprodutiva: primeiro a menstruação, depois o climatério e, por fim, a menopausa. Nesse meio, algumas também passam pela gravidez e o parto.

Acontece que os dois últimos períodos do ciclo costumam vir acompanhados de desconfortos como insônia, calores e ressecamento da área íntima.

Para aliviar esses sintomas, existem diversos tratamentos. Um deles, feito de forma indolor e rápida, é o laser íntimo.

“O laser faz uma recuperação funcional e restabelece as funções fisiológicas da região. Mas pode ser usado com apelo estético para clarear manchas ou dar um efeito tensor, levantando aquelas peles que insistem em ficar fora do lugar”, explicou a ginecologista Sâmara Mattar.

O procedimento é feito em três sessões, com um intervalo de um mês entre elas.

“O laser em si é rápido, costuma levar uns 10 minutos, mas existe toda uma preparação pré e pós laser, e isso deve tomar mais ou menos 1 hora da mulher naquele dia”, pontuou a ginecologista.

Sintomas

De acordo com a médica, os sintomas do climatério anunciam a chegada da menopausa, que se instala quando a mulher fica 12 ou mais meses sem menstruar.

“No climatério a mulher já pode começar a ter fogachos, que são aqueles calores, irritabilidade, insônia e geralmente o padrão de sangramento menstrual muda: a mulher passa a sangrar mais, às vezes até com hemorragia, ou então sangrar menos”, destacou Mattar.

Além disso, pode existir perda urinária, ardência e dificuldades sexuais, por conta do ressecamento da área.

“Uma vez que há a privação hormonal, a mulher para de lubrificar e a mucosa vaginal fica seca, esticada, e o atrito durante a relação acaba machucando”, frisou a ginecologista.

Essa técnica já é usada há um tempo. Mas, segundo a médica, está se tornando mais popular atualmente.

“Com essa liberdade sexual e a desconstrução do sexo como um tabu, as mulheres estão com menos vergonha de falar sobre isso e buscando mais tratamentos”.


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