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Jornalista e cantora, Thainá Lopez fará sua segunda turnê na Europa

Entretenimento

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Jornalista e cantora, Thainá Lopez fará sua segunda turnê na Europa


Thainá: “Tudo isso vem provar que nada é impossível. Só não podemos esperar, temos que ajudar a fazer acontecer” (Foto: Divulgação/Acervo Pessoal)
Thainá: “Tudo isso vem provar que nada é impossível. Só não podemos esperar, temos que ajudar a fazer acontecer” (Foto: Divulgação/Acervo Pessoal)
Ela é “a repórter que canta”. E está encantando mundo afora! Com as malas prontas para sua segunda turnê na Europa, entre os dias 20 e 24 de março, a repórter da TV Tribuna Thainá Lopez, 29 anos, promete levar toda a sua brasilidade para Paris, na França.

Uma das apresentações será na Festa do Capixaba, dia 22, no Espace Kennedy. Dois capixabas assinam a produção. Aliás, não só capixabas, mas também moradores de Boa Esperança, mesma cidade da cantora, compositora e jornalista.

“Sou uma artista independente e acho incrível os amigos daqui se mobilizarem para que esses shows aconteçam. No ano passado, toquei no restaurante de um deles, o 'Aux Délices du Brésil', além de Portugal e Londres. Em todos esses locais, foram brasileiros, capixabas que me ajudaram. Tudo isso vem provar que nada é impossível. Só não podemos esperar, temos que ajudar a fazer acontecer”, garante Thainá Lopez.

AT2 - Na turnê do ano passado, não só tocou nesses locais como também na rua. A Festa do Capixaba será em uma espaço de shows, certo?
Thainá Lopez - Sim, com capacidade para 300 pessoas. Por incrível que possa parecer, esses dois capixabas, também de Boa Esperança, passaram a conhecer meu trabalho de lá. Eles moram na França há mais de 10 anos. E, de lá, sempre tive um retorno superpositivo deles.

E foi no restaurante de um deles que tocou no ano passado?
Isso! Ele viu que eu estava indo para a Europa e me convidou para tocar lá. Olha só que legal! E, com isso, outras pessoas da minha cidade que moram na Inglaterra também quiseram que eu tocasse lá, em Londres. Nesses dois países, toquei em restaurantes brasileiros. E, em Portugal, um amigo meu, também jornalista que já trabalhou em A Tribuna, conseguiu uma apresentação para mim em um restaurante português. Essas pessoas me ajudaram a tocar no eixo Paris, Londres, Portugal.

Nesta turnê, serão quantos shows?
Por enquanto, quatro. Todos em Paris, em restaurantes locais.

Qual o repertório?
É 100% nacional, e nada de somente voz e violão. Apesar de eu ir somente com meu violão, faço versões que motivam as pessoas a dançar, têm um balanço. Pego músicas brasileiras, de qualquer estilo, como pop rock dos anos 80, 90. Canções mais ousadas que marcaram os anos 2000. Ah! E faço versões de sucessos do momento. Sucessos não só aqui no Brasil como também lá fora. Um exemplo é a Anitta, a Marília Mendonça.

E como os gringos recebem seu repertório?
Adoram! (Risos) Se identificam. Toco “Jenifer”, de Gabriel Diniz, em uma versão tão diferente que as pessoas mudam de ideia com relação à canção. Elas passam a gostar! (Risos) A intenção é desconstruir a música e sua originalidade e transformá-la. Vou além. Gosto disso.
Tento montar uma playlist diferente, com o que está tocando no momento. É uma forma de me aproximar do público local.

Nada de música estrangeira? É isso?
Nada. Mas coloco clássicos como Roberto Carlos, “Trem da Onze”... Dessa forma, tento traduzir um pouco do nosso “novo Brasil”.

Pelo visto, se afasta da bossa nova e MPB, tão conhecidas lá fora?
Sim! Toco Marisa Monte, Gil, mas, por exemplo, no meu show, não tem nada de “Garota de Ipanema”... (Risos) É um Brasil de músicas atuais.

Você também compõe. Rola um momento autoral?
Sim, e é muito legal. O público lá fora recebe com muito respeito.

E sua vida de repórter. Há quanto tempo desempenha? As profissões chegam a conflitar?
Sou repórter há seis anos. Há alguns anos, tive até o quadro “TV Revela”, na TV Tribuna. Então, tenho as duas profissões e as pessoas me reconhecem por ambas. Percebo que, quando estou tocando, as pessoas ficam me olhando com cara do tipo: “Já te vi antes”.


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