Já ouviu falar em banco de colágeno?

Até os 22 anos, o organismo está em desenvolvimento. A partir daí, o corpo começa a envelhecer e isso também acontece com o fibroblasto, que é a célula que produz colágeno. A cada 5, 10 anos, essa perda vai realmente se acentuando.

Luz vermelha acesa: passei dos 22 anos. Desespero? Claro que não! Já é possível  retardar essa perda e fazer com que nosso organismo volte a produzir colágeno, criando uma espécie de “banco”.

A dermatologista Ana Flávia Moll disse que os tratamentos podem ser feitos através de máquinas e equipamentos que estimulam o colágeno e também de forma injetável.

“Essa formação de colágeno novo começa mais ou menos a partir de um mês da aplicação do bioestimulador e a durabilidade depende do produto podendo chegar a aproximadamente 18 meses”, destacou.

Os bioestimuladores são substâncias biocompatíveis e reabsorvíveis, que são injetadas na pele ou até mais profundamente.

“Essas substâncias vão ter a capacidade de remodelar o colágeno já existente e fazer neocolagênese, que é a formação de colágeno novo”, explicou a especialista.

Na opinião da dermatologista, os tratamentos queridinhos do momento são o ultrassom microfocado e o microagulhamento de ouro. Ambos têm durabilidade de até dois anos, além de grande eficiência na produção de colágeno novo.

As máscaras de LED também são usadas para a criação do banco de colágeno. Elas emitem luzes que previnem o aparecimento de acne e rugas e ajudam a amenizar melasmas.

“A luz de LED traz benefícios e reparação tecidual que, associada aos cosméticos certos, promove resultados excelentes. As lâmpadas atuam diretamente em nível celular, favorecendo a formação de colágeno e não há nenhuma agressão, dor ou risco de marcas ou cicatrizes”, explicou a esteticista Sandra Tannure.

Por Luciana Pimentel