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Infarto atinge até mesmo crianças, afirma médico
AT em Família

Infarto atinge até mesmo crianças, afirma médico

O infarto, popularmente conhecido como “ataque cardíaco”, é uma das principais causas de morte no Brasil. E, segundo especialistas, a doença tem atingido pessoas cada vez mais jovens. Até mesmo crianças podem infartar!

De acordo com dados do Cardiômetro da Sociedade Brasileira da Cardiologia (indicador do número de mortes por doenças cardiovasculares no País) em 2017 foram registradas 383.961 mortes por essas doenças.

Cardiologista do Hospital São José e membro titular da Sociedade Brasileira de Cardiologia, Paulo Bernardes explica que, geralmente, a doença acomete pessoas entre a quinta e a sexta década de vida, mas tem se tornado cada vez mais comum o infarto em pessoas a partir dos 45 anos.

“Isso acontece pelo aumento dos fatores de risco, como uso de cigarro, colesterol elevado, diabetes, hipertensão, obesidade e sedentarismo.”

O médico frisa que a doença pode atingir até mesmo crianças, ainda que por mecanismos diferentes.

o cardiologista Paulo Bernardes diz que a doença tem atingido pessoas cada vez mais jovens (Foto: Divulgação)
o cardiologista Paulo Bernardes diz que a doença tem atingido pessoas cada vez mais jovens (Foto: Divulgação)

“São doenças muito específicas – e raras – que causam infarto em crianças. Pode ser uma doença que causa inflamação das artérias do coração, como a doença de Kawasaki. Também pode ocorrer quando a criança tem alguma desordem que faz com que o sangue coagule com maior facilidade, ou até mesmo uma doença congênita que causa alteração da anatomia das artérias que irrigam o coração. Porém, infarto em crianças é exceção.”

Na idade adulta, o que causa a doença, na maioria das vezes, é o entupimento das artérias do coração. “Esse entupimento, por sua vez, é comumente causado pelo acúmulo de gordura dentro dessas artérias, prejudicando a passagem do fluxo sanguíneo”, explica.

Paulo ressalta que o principal sintoma da doença é a dor no peito, em queimação, mas que pode irradiar para o braço esquerdo ou pescoço, situações que são sinais de alerta.

O cardiologista alerta para a gravidade dos problemas cardiovasculares, e observa que “embora tenhamos um conhecimento muito grande sobre os fatores causadores de doenças cardiovasculares, temos falhado em evitar essas doenças.”

O fator genético, assim como os hábitos de vida das pessoas, podem influenciar – e muito – no desenvolvimento da doença. Mas, quando o assunto é tratamento, o médico alerta: “quanto antes, melhor”.

A reportagem completa você lê no jornal A Tribuna deste domingo (9). 


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