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Incontinência urinária e alimentação: existe relação?
Nutridicas
Gabriela Rebello

Gabriela Rebello


Incontinência urinária e alimentação: existe relação?

Independente do clima, mais quente ou frio, a recomendação dos médicos e nutricionistas, no geral, sempre é a de ingerirmos bastante líquido, não é verdade? Beber muito líquido é essencial para manter-se hidratado. Mas ao ingerirmos mais líquidos, a frequência com que vamos ao banheiro urinar também é maior. Às vezes, até seguramos um pouco para ir ao banheiro, principalmente se estamos no trabalho ou em alguma balada, mas, quando urinamos, a sensação é de alívio.

O fato de conseguir segurar a urina até ir ao banheiro para a maioria é um ato muito simples. Porém, para milhões de pessoas no mundo, esta não é uma tarefa tão fácil.

A incontinência urinária, também conhecida como bexiga hiperativa, é a perda involuntária de urina e atinge cerca de 10 milhões de brasileiros de todas as idades.

Ficou preocupado? Calma! O diagnóstico é clínico e deve ser feito pelo seu médico. Exame físico e de urina são importantes neste processo.

Existem teorias que explicam o porquê da causa dessa hiperatividade, porém não temos ainda nada definido. Uma vez diagnosticada, o tratamento da incontinência urinária deve ser multiprofissional, incluindo fisioterapeuta, nutricionista, médico e psicólogo.

A primeira linha de tratamento são as terapias conservadoras, entre as quais estão incluídas a terapia comportamental e, claro, o controle alimentar.

Para melhor conversarmos sobre este assunto convidei a fisioterapeuta pélvica e doula Tatiana Fassarela Malta. A profissional afirmou que para o tratamento comportamental a fisioterapia pélvica é uma área específica da fisioterapia que atua na prevenção e no tratamento das disfunções do assoalho pélvico.

“No tratamento da incontinência é realizado o treinamento da musculatura da região, e tudo com o objetivo de melhorar a força e a coordenação muscular, e logo inibir as contrações involuntárias do músculo”, afirmou Tatiana.

Além da fisioterapia, mudanças no estilo de vida são importantes para que possamos reduzir e até mesmo eliminar os sintomas da incontinência urinária, como:

1. Diminuir a ingestão de líquidos para 6 a 8 copos de água por dia, mas não ficar sem se hidratar, ok?

2. Evitar o consumo de chás diuréticos, como chá-verde e hibisco;

3. Reduzir a ingestão de substâncias irritantes da bexiga, tais como cafeína, bebidas gaseificadas, alimentos condimentados, açúcares, adoçantes artificiais e álcool;

4. Evitar a constipação;

5. Manter o peso controlado;

6. Parar de fumar;

7. Otimizar saúde geral, melhorando controle da hipertensão e diabetes.

Mas lembre-se que os alimentos citados, quando introduzidos em uma dieta equilibrada e que não valoriza o consumo desses produtos em excesso, podem não influenciar no aumento dos sintomas da incontinência urinária, ou seja, equilíbrio e moderação sempre!

Mas, e você, tem ou já teve em algum momento incontinência urinária? Conte um pouco da sua história para a Nutri #nutridicascomgabi

Até a próxima semana.
 

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