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Impulsionado pelo comércio, economia capixaba cresce 2,5%

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Impulsionado pelo comércio, economia capixaba cresce 2,5%


A economia do Estado voltou a crescer depois de uma queda no primeiros três meses deste ano. O Produto Interno Bruto (PIB) capixaba teve alta de 2,5% no segundo semestre deste ano, se comparado aos meses de janeiro a março de 2019. Os números são superiores ao PIB nacional, que teve crescimento de apenas 0,4%. O indicativo, porém, mostra sinais de desaceleração, se comparado ao ano anterior.

Os dados representam a soma, em números, de todos os bens e serviços produzidos no Estado e foram divulgados pelo Instituto Jones dos Santos Neves (IJSN) no dia de ontem. Com o resultado, o valor total do PIB entre os meses de abril de junho somaram R$ 33,3 bilhões.

O principal setor que contribuiu para esse desempenho foi o do comércio varejista ampliado, que teve um crescimento de 2,3%, e o de serviços, com alta de 0,9% em relação ao trimestre anterior. O principal vilão continua sendo a indústria geral, que teve uma diminuição da produção de -7,3%. Já no acumulado do ano, a economia capixaba apresentou crescimento de 0,2%, com alta de 6,6% do comércio varejista e queda de 12% da indústria.

Segundo o diretor-presidente do Instituto Jones dos Santos Neves, Luiz Paulo Velloso, a diminuição do crescimento da indústria no Estado se deu, em parte, por momentos de reestruturação de grandes empresas do setor de petróleo, o setor de minas siderúrgico e o de celulose. “Tivemos uma diminuição da produção dos campos de petróleo no Estado, e uma queda na produção da Suzano. Além disso a Vale realizou paradas estratégicas após a tragédia de Brumadinho e tudo isso trouxe um impacto para o setor”, lembrou.

Luiz Paulo lembra, porém, que apesar da queda, a expectativa é de que o setor de petróleo volte a receber investimentos. “Vamos ter em breve a volta dos leilões e teremos mais investimento no setor offshore e onshore”. O presidente lembra que um dos motivadores do desempenho do Estado ser maior que o do Brasil é a volta do poder de compra das famílias e o aumento do emprego formal. “Tivemos mais profissionais contratados com carteira assinada e isso fez a economia das famílias crescer”, afirmou.

No panorama econômico, o saldo acumulado no ano até junho é de 17.838 novos postos de trabalho no Estado, sendo os setores de serviços (com 8.631 novas vagas) e a agropecuária (com saldo de 6.273) os que mais empregaram durante o ano.


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