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Imóveis sustentáveis são a nova tendência
AT em Família

Imóveis sustentáveis são a nova tendência

 (Foto: Divulgação/GGN)
(Foto: Divulgação/GGN)
Produzir sua própria energia é uma maneira de poupar água e reduzir a poluição na atmosfera, além de economizar até 95% na conta de energia. A preocupação com o meio ambiente é tema recorrente em praticamente qualquer roda nos dias de hoje. Os imóveis sustáveis possuem excelente potencial de valorização, poupam a natureza, é um a ótima maneira de economizar.

O objetivo de se construir uma casa com tecnologias sustentáveis é permitir uma redução significativa da geração de poluentes, seja do ar ou contaminação do solo e água. Uma casa sustentável também deve poupar água, assunto muito relevante nos tempos em que vivenciamos períodos de crise hídrica.

Esses imóveis geram menos impacto na natureza, e isso vai desde a captação e o reaproveitamento da água da chuva, até a instalação de placas de energia fotovoltaica.

“Trata-se de um sistema de placas que é adaptado nos telhados das residências. Essas placas produzem a energia solar e no mesmo momento que é gerada é abatida diretamente na rede de produção de energia da sua cidade. Caso seja produzida mais energia do que é gasto pela família ou empresa, esse valor pode ser utilizado em até cinco anos, fica como crédito na operadora”, disse Washington Costa, especialista nesse tipo de sistema.

Em cada residência é instalada a quantidade de placas necessárias para o consumo médio daquela casa. O morador acaba pagando só as taxas de conexão com as redes de energia e a taxa de iluminação pública, e continua utilizando tudo o que requer energia elétrica para o seu funcionamento como ar condicionado, chuveiro quente e ferro de passar roupas, que são grandes vilões da conta de energia.

Hoje, mais de 80% dos municípios capixabas tem ao menos um imóvel que gere energia por meio do sol.  Só na Grande Vitória são 454 imóveis que estão produzindo sua própria energia. O norte do Estado é o campeão, com 29 municípios que já possui produtores de energia, somando 524 instalações. No Brasil inteiro, o número subiu de 20 mil para 48 mil sistemas, em 11 meses.

As placas não precisam estar instaladas no local onde a energia será consumida. “Moradores de prédios, por exemplo, podem ter suas placas instaladas em algum terreno ou residência cuja conta de energia chegue pelo mesmo CPF, abatendo o valor da conta nos dois locais”, explicou o especialista.

“Para se ter uma ideia do motivo da energia fotovoltaica ser considerada uma fonte limpa, a cada KWh gerado por fontes de energia alternativa, como a energia solar,  são economizados 3600 litros de água nos reservatórios das hidrelétricas do país”, completou Washington. 


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