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Em nome do amor e da liberdade

Entretenimento

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Em nome do amor e da liberdade


Desde quando Gabriela Brown, 23, se lançou na música, em 2017, ela já mostrava a que veio. Através de canções como “Anti Maré” e “Meu Carnaval (Eu Não)”, passou mensagens de amor, liberdade e empoderamento e teve retorno positivo de um público fiel.

“Recebo muitas mensagens de pessoas que se sentem representadas pela minha música, felizes em ver questões da vida delas abordadas de maneira poética, bonita. E é bom isso. É importante para o artista ter opinião, porque ele dá voz às pessoas”, conta, ao AT2.

E é por reforçar esses assuntos em seu disco de estreia, a exemplo do single “Bonito é o Quê?”, que ela batizou o trabalho de “Zeugma”, figura de linguagem que se caracteriza pela omissão de palavras ou expressões anteriormente expressas no período.

“É uma metáfora porque estou reforçando todas as mensagens que passei durante todos esses anos. Estou falando de assuntos que sempre falo, mas de outra forma”, explica.

Com 10 canções que misturam pop, soul e R&B e produzido por Rodolfo Simor (Silva e André Prando), o álbum foi divulgado este mês nas plataformas de streaming e hoje, às 20 horas, ganha show de lançamento no Teatro do Sesi, em Jardim da Penha.

AT2 :O que prepara para o show de hoje?
Gabriela Brown:  Apresentarei um show 100% inédito. No palco, estarei com nova banda: Rodolfo Simor (baixo), Rafael Eskerda (bateria/bateria eletrônica), Phillip Rios (guitarra e teclado). Será a primeira vez que faço show com bateria eletrônica e terá participações de Daniela Honório, que dançará no palco, e Isabella de Paiva, que fará performance circense.

O repertório conta com músicas do novo disco e três releituras. Entre elas, “Is This Love”, de Bob Marley, e “Top Top”, de Os Mutantes, com uma pegada meio soul, groove.

Como se deu a concepção de “Zeugma”?
Inicialmente, seria um EP, mas fui escrevendo as músicas e percebendo que elas tinham muita coerência em termos de conceito e mensagem. Então, percebi que precisava aproveitar esse gancho e reuni todas essas canções em um disco.

Como define esse disco e quais são as principais referências que ele traz?
Eu defino esse disco como a Nova MPB. Ele tem influência de pop, soul e R&B, e tem como referências Rita Lee, Aretha Franklin, Janis Joplin e Amy Winehouse.

O que me inspira geralmente são mulheres, acaba tendo uma identificação. Admiro muito o trabalho delas e também como elas interpretam as músicas.

Todas as faixas são composições suas? Elas nasceram a partir das suas vivências?
Nas minhas composições, há muito do que eu ouço e da minha forma de viver e enxergar o mundo. Eu escrevi todas sozinha, com exceção de “Garota, Tô No Céu”, que foi inspirada em uma composição de Guilherme Couto, um amigo meu.

Nasceu na França, mas vive no Espírito Santo há 13 anos. Itaúnas, inclusive, é citada em “Bonito é o Quê?”. É apaixonada pelo Estado?
Sim, sou apaixonada! Minha família é daqui. Sou completamente obcecada por Itaúnas. Me deixa leve, feliz e me inspira muito! Quando viajo, geralmente, é para lugar de praia e sempre volto mais inspirada.


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