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Fusão da Fibria com Suzano e Brumadinho derrubam economia do Estado
Economia ES
Rafael Guzzo

Rafael Guzzo


Fusão da Fibria com Suzano e Brumadinho derrubam economia do Estado

 (Tragédia de Brumadinho afetou a economia capixaba. Foto: Fernanda Moreira)
(Tragédia de Brumadinho afetou a economia capixaba. Foto: Fernanda Moreira)

O Produto Interno Bruto (PIB, ou seja, a soma de toda a riqueza) do Espírito Santo caiu 1,3% em relação nos primeiros três meses deste ano, em relação ao trimestre anterior, ou seja, os últimos três meses do ano passado. Em relação ao primeiro trimestre de 2018, a retração foi de 0,1%, resultado que teve a indústria como a maior responsável, com queda de 8,5%.

O desastre de Brumadinho, em janeiro, que afetou a produção do minério de ferro; a fusão da Fibria com a Suzano, que causou queda de 32% no preço da celulose no mercado internacional; e a baixa produção de petróleo são as principais causas, segundo o Instituto Jones dos Santos Neves (IJSN). 

O único setor que apresentou alta neste primeiro trimestre foi o de serviços. O PIB fechou o primeiro trimestre em R$ 29,1 bilhões.  

A queda no PIB representa arrecadação menor para o Estado e os municípios, o que piora a situação das contas públicas e garante menos dinheiro para investimentos e obras. Significa, ainda, tendência a crescimento do desemprego e queda na renda da população.

Apesar disso, no acumulado dos quatro últimos trimestres, ES teve alta de 2,1% em relação ao Brasil.

Causa é a queda de preço da celulose, diz empresa

A Suzano contrariou as informações do Instituto Jones dos Santos Neves e descartou que a fusão com a Fibria tenha relação com o baixo desempenho do PIB capixaba. A causa principal seria o preço da celulose, que, conforme a empresa informou, em nota, é uma commodity (matéria-prima) e, como tal, tem seus preços definidos pelo mercado internacional.
“Neste momento, condições macroeconômicas, tais como a trade war entre China e Estados Unidos, o Brexit e a situação da economia europeia têm influenciado negativamente os preços globais. Os fundamentos do mercado, contudo, reforçam nossa perspectiva positiva em relação ao ambiente de negócios no médio e longo prazos”.

COM A COLABORAÇÃO DE CAROLINE FREITAS


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