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Fazer nada é bom para a saúde, diz a ciência

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Ciência e Tecnologia

Fazer nada é bom para a saúde, diz a ciência


Quem nunca sentiu culpa por saber que há tarefas para fazer, mas a vontade de ficar deitado vendo televisão é maior? A preguiça é malvista pela sociedade, mas a ciência indica que não fazer nada às vezes faz bem à saúde física e mental. E mais: a preguiça serve para aguçar a criatividade.

O criador da Microsoft, Bill Gates, já chegou a comentar que escolheria uma pessoa preguiçosa para fazer um trabalho difícil, pois ela descobriria o jeito mais rápido de fazê-lo.

“Pessoas preguiçosas deveriam ser mais valorizadas. Nós encontramos o caminho mais eficiente para a linha de chegada, não perdemos o nosso tempo pegando o caminho mais pedregoso”, comentou Lucy Gransbury, uma atriz australiana que se autointitula preguiçosa e sente orgulho de ser dessa forma.

A ciência apoia os momentos de preguiça. O pesquisador Masud Husain, da Universidade de Oxford, na Inglaterra, estudou as reações e os cérebros de pessoas preguiçosas e não preguiçosas.

O resultado dos questionários não surpreendeu: os preguiçosos estavam menos propensos a se esforçar demais, mesmo que por uma recompensa.

O que surpreendeu a equipe que realizou o estudo foram os resultados das tomografias cerebrais. É que eles descobriram que os cérebros das pessoas apáticas tinham nível de atividade maior durante as tomadas de decisão se comparado aos outros grupos. Ou seja, o cérebro dos preguiçosos trabalha mais e, portanto, é mais ativo. “É como se fosse mais difícil para eles tomarem aquela decisão.”, disse Husain.

O texto é de reportagem da revista Veja.

A preguiça é um problema porque a sociedade a caracteriza assim. De acordo com Anastasia Burge, pesquisadora e professora de filosofia da Universidade de Cambridge, na Inglaterra, no passado, os preguiçosos eram punidos severamente. Na União Soviética, por exemplo, as pessoas podiam ser processadas por “parasitismo social”.

A especialista explicou que o poeta Joseph Brodsky foi julgado e questionado: “O que você está fazendo? Qual é seu trabalho? Qual é sua profissão?”. Ao responder que era poeta, carreira que juízes não conseguiam compreender, ele foi enviado para um campo de trabalho forçado.


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