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Família de gerente de banco é feita refém por bandidos em Cariacica

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Polícia

Família de gerente de banco é feita refém por bandidos em Cariacica


Uma família de Cariacica viveu uma cena de filme ou série policial na noite dessa terça-feira (11), em Vila Palestina. Um gerente de banco, a mulher, a sogra e o filho dele, de 2 anos, foram feitos reféns por três criminosos.

Os bandidos tinham arma, faca, comprimidos sedativos, frascos de soro e até identidades falsas com fotos dos filhos das vítimas.

Tudo começou por volta das 21 horas. O gerente de banco, de 39 anos, estava em casa com o filho de 2 anos quando viu um criminoso armado invadindo a residência. Logo depois, outros dois entraram rendendo a mulher dele, que tinha acabado de chegar.

 (Foto: Divulgação)
(Foto: Divulgação)

De acordo com a polícia, a sogra do gerente, que mora no primeiro andar da casa, percebeu uma movimentação estranha e ligou para a filha. Os ladrões teriam mandado ela atender e dizer que estava tudo bem. A mãe não teria ficado convencida e os criminosos desceram e também fizeram a mulher refém.

O cunhado do gerente, que mora no terceiro andar da casa, viu o primeiro criminoso entrando armado e ligou para um amigo policial, que estava de folga, e também acionou uma viatura.

Luciano Pedro Gomes, de 30 anos (Foto: Divulgação)
Luciano Pedro Gomes, de 30 anos (Foto: Divulgação)
Quando chegaram ao local, os policiais avistaram Luciano Pedro Gomes, 30, apontando uma faca para a família. Os outros dois criminosos, Alexandre Moreira Máximo, 30, e Alex Santos da Conceição, 37, correram para os fundos do imóvel, pularam o muro e fugiram, mas foram capturados em seguida.

De acordo com o depoimento do gerente de banco, os criminosos usavam luvas e falavam ao telefone o tempo inteiro. Em um momento, um dos ladrões teria tirado a luva para mexer no celular e, sem querer, encostado no braço da vítima. O bandido limpou a pele do gerente, às pressas, para que seu DNA não ficasse na vítima.

Os bandidos chamavam as vítimas pelos nomes e perguntavam onde estava o cunhado do gerente, que mora no andar de cima. Eles ainda diziam que os reféns deviam fazer tudo o que eles mandassem e que as vítimas iriam falar com o “chefe” deles.

Bandidos levavam sedativo, soro e identidades com fotos das crianças

Alexandre Moreira, de 30 anos  (Foto: Divulgação)
Alexandre Moreira, de 30 anos (Foto: Divulgação)
Com os três criminosos que fizeram uma família refém em Cariacica, na noite de terça-feira, os policiais encontraram materiais que chamaram a atenção.

Além de uma pistola ST9 e uma faca, eles apreenderam uma mochila que continha documentos falsos com a foto de um dos suspeitos, além de identidades falsas com fotos dos dois filhos do gerente de banco, 39.

Na mochila, também estavam dois celulares, óculos de natação com as lentes pintadas de preto, alicate, braçadeiras que seriam usadas de algemas, comprimidos de sedativos, frascos de soro, material para puncionar veias, luvas, um cartão de um hotel de Minas Gerais e uma caneta espiã.

Um dos criminosos, Alexandre Moreira Máximo, 30, disse à polícia que conheceu um homem, que mora em Vitória, que teria passado a informação de que existia uma casa em Cariacica com “muito ouro e dinheiro guardados”.

Os três foram autuados por tentativa de roubo com restrição de liberdade das vítimas e emprego de arma de fogo. Eles foram encaminhados ao Centro de Triagem de Viana (CTV).

Alexandre tinha um mandado de prisão por roubo e homicídio e estava foragido. O 16º Distrito Policial de Cariacica vai investigar o caso.

Ladrões vieram de Minas para o roubo

Os três criminosos que fizeram uma família refém em Cariacica, na terça-feira, vieram de Belo Horizonte

 Alex Santos da Conceição, de 37 anos(Foto: Divulgação)
Alex Santos da Conceição, de 37 anos(Foto: Divulgação)
(MG) apenas para cometer o crime.

Eles disseram que chegaram no Espírito Santo há dois dias para roubar a casa. Dois deles tinham passagem pelo sistema prisional mineiro e um estava foragido.

Um dos ladrões, Alexandre Moreira Máximo, 30, declarou que “não tinha a intenção de machucar ninguém” e contou que ele e os cúmplices estavam de tocaia em frente à casa esperando o portão abrir para entrarem e cometerem o crime.


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