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Faça-se a luz
Painel da Folha de São Paulo

Faça-se a luz

A reação das redes às declarações do ex-procurador Rodrigo Janot, que confessou ter ido armado ao STF para matar o ministro Gilmar Mendes, fez o presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ), pregar um freio de arrumação da CPMI que investiga a disseminação de fake news.

"Quero conversar com o Davi [Alcolumbre, presidente do Senado] para pedir que a CPMI seja organizada, para que a gente consiga obter, de fato, informações sobre esse mundo que viraliza o ódio às instituições."

Lado certo - Maia diz que é preciso deixar claro que a investigação parlamentar não é "um instrumento da esquerda, não é para pegar Jair Bolsonaro, mas para entender quem é que financia essa porcaria, quem usa as redes para alimentar a raiva com informações falsas, colocando as pessoas contra as instituições".

Sem molas - O grave relato, feito pelo próprio Janot à Folha e a outros veículos, e a consequente reação do Supremo disseminaram no Congresso e na PGR o sentimento de que a institucionalidade no Brasil chegou "no fundo do poço".

No fim do túnel - Na noite de sexta (27), após a busca e apreensão nos endereços de Janot, a subprocuradora Luiza Fricheinsen fez um apelo aos colegas em grupos do Ministério Público Federal. "Precisamos encontrar um caminho de racionalidade na defesa da nossa instituição, do Estado democrático e de que o STF atue nos limites da Constituição."

No fim do túnel 2 - "Temos que fazer com que hoje tenha sido o ponto máximo do descontrole. Temos que fazer um pacto pela racionalidade", concluiu Luiza.

Favas contadas - Ainda que ordenada no controverso inquérito que apura fake news e ameaças contra ministros do STF, a busca e apreensão autorizada pelo ministro Alexandre de Moraes não surpreendeu procuradores que atuaram na Lava Jato com Janot. Um deles afirmou que "já esperava" a reação, dada a proporção do escândalo.

Prioridades - A ressonância do caso Janot x Supremo fez com que o presidente da corte, Dias Toffoli, dissesse a interlocutores que não sabe se de fato vai levar ao plenário na quarta (2) a proposta de modulação da decisão que impôs forte revés à Lava Jato.

Corpo fechado - Ele disse a colegas que, neste momento, sua prioridade é formar "uma unidade para a defesa do STF".

Dividir para reinar - O procurador-geral da República, Augusto Aras, vai alterar atribuições da cúpula da PGR. O vice-procurador-geral, que nos mandatos de Rodrigo Janot e Raquel Dodge despachava no Superior Tribunal de Justiça, vai passar a atuar em processos no Supremo.

Para você - A mudança foi vista como um fortalecimento de José Bonifácio de Andrada, que vai desempenhar tal função e agora deve atuar em processos da Lava Jato no Supremo.

Tudo que vai... - Aras deve ter em sua equipe mais um procurador que trabalhou com Raquel Dodge. Pablo Barreto foi convidado a reassumir a Secretaria de Perícia, Pesquisa e Análise. Ele deixou o time da antecessora do novo procurador-geral quando ela entrou na Justiça contra a fundação da Lava Jato bancada com dinheiro da Petrobras.

Deixa estar - Davi Alcolumbre (DEM-AP) tem dito que o esforço no Congresso para aprovar as reformas evolui pelo bem do país, para "salvá-lo", mas que depois que passarem as principais medidas econômicas vai cobrar novamente uma melhora na articulação política do governo.

Quero mais - O ministro Luiz Eduardo Ramos (Secretaria de Governo), que é quem hoje está à frente das conversas com os políticos, tentou refinar um sistema de distribuição de postos de segundo escalão nos estados com base na fidelidade de parlamentares em votações caras ao governo, mas não agradou.

Sobe - O Congresso se prepara para cobrar maior divisão de poderes, ou seja: a abertura de postos em ministérios.

Pariu um rato - Informações que chegaram a parlamentares debruçados na formulação de uma reforma tributária dão conta de que, até o final da semana passada, a equipe econômica só tinha uma proposta, a unificação do PIS e Cofins. Eles esperam mais.

TIROTEIO

"Urge restaurar a serenidade. O senso de oportunidade no que se diz e no que se faz. Manifestação perigosa não serve a nada."

Do ex-procurador-geral da República Claudio Fonteles, após Rodrigo Janot afirmar que foi ao STF armado para assassinar Gilmar Mendes.

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