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Fábrica de combustível só sai do papel com mais eucalipto
Economia ES
Rafael Guzzo

Rafael Guzzo


Fábrica de combustível só sai do papel com mais eucalipto

Projeção da fábrica de bio-óleo planejada para Aracruz, que está em risco de não virar realidade. Foto: Fibria/Suzano
Projeção da fábrica de bio-óleo planejada para Aracruz, que está em risco de não virar realidade. Foto: Fibria/Suzano

A fábrica de bio-óleo orçada em meio bilhão de reais que estava nos planos da multinacional até então chamada Fibria (ex-Aracruz Celulose) pode ficar só no papel. Com a fusão concluída neste ano, a empresa mudou de nome, passando a se chamar Suzano, e reavalia o investimento, planejado para Aracruz.

A intenção é usar cascas e resíduos de madeira de celulose para produzir o chamado biopetróleo, que pode ser usado como combustível, no aquecimento doméstico, para fertilizantes orgânicos e aditivos.

Um entrave para a concretização do projeto é a falta de madeira. A empresa produz eucalipto em 19 dos 78 municípios capixabas, mas, ainda assim, não consegue suprir suas necessidades apenas com as plantações no Espírito Santo. Hoje, a maior parte da matéria-prima vem de Minas Gerais.

Dentro da empresa, sabe-se que houve uma “quebra de safra” do eucalipto, pouco comentada, porém real. Muito se fala sobre as perdas na cultura do café, por exemplo, mas a seca ocorrida em alguns dos últimos anos penalizou também a multinacional, que, para somar, perdeu muitas propriedades.

A companhia tem um projeto para ampliar a área plantada no Espírito Santo, mas necessita de aval do poder público. Seriam de 10 a 15 municípios adicionados à lista dos produtores de eucalipto.

Oficialmente, a Suzano comunica que este é um plano em estudo. Mas nos bastidores sabe-se que a intenção é adicionar à área plantada 30 mil hectares, o equivalente a 30 mil campos de futebol, sobretudo nas regiões Norte e Noroeste do Estado. O argumento da empresa é que, com essa ampliação, serão criados 2 mil empregos em atividades florestais.


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