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Estrelas da música de graça em Guarapari

Entretenimento

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Estrelas da música de graça em Guarapari


Destino certo durante o verão, o balneário de Guarapari tem elevado as temperaturas também no inverno com a chegada da Esquina da Cultura.

A 3ª edição do evento acontece sexta (19) e sábado (20) e nos dias 26 e 27, vai receber 17 shows gratuitos.

Vanessa da Mata vai cantar músicas de sua nova turnê, “Quando Deixamos Nossos Beijos na Esquina”, no próximo dia 27, fechando a programação do festival (Foto: Divulgação/Rodolfo Magalhães)
Vanessa da Mata vai cantar músicas de sua nova turnê, “Quando Deixamos Nossos Beijos na Esquina”, no próximo dia 27, fechando a programação do festival (Foto: Divulgação/Rodolfo Magalhães)

Na programação, estrelas da música nacional. O primeiro dia de evento vai contar com a banda mineira 14 Bis, que traz clássicos da carreira, como “Caçador de Mim”.

No sábado, o sambista carioca Luiz Ayrão sobe ao palco com canções do recém-lançado disco, “Um Samba de Respeito”, e ainda tem Guilherme Lemos, também do Rio, com um tributo ao Legião Urbana.

Já no dia 26, a “esquina” recebe o paulista Nando Reis apresentando seus principais hits, como “Por Onde Andei” e “All Star”, e a doce voz da mineira Roberta Campos.

O carioca Toni Garrido e a mato-grossense Vanessa da Mata, que mostra sua nova turnê, “Quando Deixamos Nossos Beijos na Esquina”, fecham a programação no dia 27.

Além dos shows, o evento vai contar com food trucks, food bikes e beer trucks.

“A música une diferentes tribos” - Vanessa da Mata, cantora

AT2: Chega ao Estado com o novo disco “Quando Deixamos Nossos Beijos na Esquina”. Na faixa-título, diz que o mundo precisa de mais amor. O momento pede?
Vanessa da Mata: Esse disco fala de um momento em que nós não conseguimos lidar com as diferenças alheias, de uma tentativa de vaidade imposta no outro sobre a sua verdade, o seu achismo, a sua sensibilidade. Essa imposição nos causa muita dificuldade nesse momento, e não é só isso. É a falta de saber lidar em geral com o que é alheio. A gente está se fechando mais, tendo mais problemas em se relacionar até com amigos.

Ele fala de um beijo visto numa esquina cheia de amor, cheio de sensibilidade, de afeto avassaladores, e que muita gente não sabe mais lidar com isso.

AT2: A música tem o poder de acabar com as intolerâncias?
Vanessa da Mata: A música une diferentes tipos e tribos e eu tenho isso em prova nos meus concertos. O problema é depois. O que acontece nas ruas e saindo do estado musical. Em algum lugar acho que a mágica da música e letra faz pensar e transforma, mas alguns precisam de mais tempo!

AT2: O novo disco traz letras bem pessoais, como “O Mundo para Felipe”, em que fala das preocupações de mãe. Mães são todas iguais?
Vanessa da Mata: Eu, como mãe adotiva, acho que mães não são iguais, mulheres não são iguais. Assim como existem mães adotivas, mães biológicas, tem as mães biológicas que não gostam de ter filhos e isso precisa ser falado, porque existe uma sociedade que mente para si mesma dizendo que toda mulher tem útero e tem que ser mãe. Isso é uma mentira.

Sou uma mãe preocupadíssima, ao mesmo tempo, sou uma mãe aquarianíssima. Sou exagerada, uma mãe que se preocupa, mas, ao mesmo tempo, não sou uma mãe superprotetora, eu mando pro mundo.

AT2: “Hoje Eu Sei” traz uma letra bem madura, sobre alguém que viveu muitas dores, mas que aprendeu muito com elas. É assim que se vê hoje?
Vanessa da Mata: Sou uma pessoa extremamente observadora, então é lógico que cada tema tem uma visão minha sobre cada assunto. Saí de casa muito cedo, com 14 anos, sozinha, mulher, tive 10 assaltos na minha vida e muita falta do básico porque era pobre. Isso realmente implicou uma força.

Tive que ser forte em muitos momentos, mas eu tenho esse histórico que me dá bagagem para escrever histórias intensas.

AT2: O álbum é um verdadeiro caldeirão de ritmos. Como foi criar essa sonoridade única?
Vanessa da Mata: Todas essas influências, desde a afro até a música romântica e o reggae, estão presentes. Isso sou eu. Cresci num lugar em que tive o privilégio de ouvir vários ritmos de vários cantos do Brasil.

Eu aprendi que todos esses ritmos eram muito normais. Fico, inclusive, entediada quando ouço um disco de um ritmo só.


 (Foto: Jornal A Tribuna)
(Foto: Jornal A Tribuna)


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