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Estados Unidos têm mais lojas de armas do que fast foods, diz pesquisa

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Estados Unidos têm mais lojas de armas do que fast foods, diz pesquisa


Unidade do McDonald's na Times Square, em Nova York. Foto: Divulgação
Unidade do McDonald's na Times Square, em Nova York. Foto: Divulgação
Unidade do McDonald's na Times Square, em Nova York. Foto: Divulgação

O massacre na boate Pulse, em Orlando, que deixou 49 pessoas mortas e 53 feridas no último fim de semana, reacendeu o debate sobre o porte de armas nos Estados Unidos. Agora, um mapeamento do projeto 1Point21 mostrou que há mais lojas de armamentos de que estabelecimentos das grandes redes de fast food.

De acordo com o levantamento, há 38.015 supermercados, 14.350 McDonald's e 10.843 Starbucks, contra 65.000 estabelecimentos que vendem armas.

Após o ataque a boate, o presidente do país, Barack Obama, voltou a defender um controle mais rígido sobre a comercialização dos equipamentos, mas a medida encontra resistência em parte da população e de políticos.

Discurso

Nesta sexta-feira (17), pouco depois de se reunir com as famílias das vítimas, Obama pediu aos membros do Congresso para se mostrarem "à altura" e votarem enquadramentos mais rigorosos para a venda de armas. O presidente norte-americano afirmou que o debate sobre as armas de fogo no país "tem de mudar".

"Os motivos deste atentado podem ter sido diferentes dos motivos por trás dos atentados de Aurora ou de Newtown", salientou Obama, listando dois dos assassinatos em massa que marcaram a sua presidência. "Mas os instrumentos (utilizados) foram similares", acrescentou.

"Infelizmente, a nossa esfera política conspirou de modo a permitir que um terrorista ou um indivíduo perturbado (...) possa comprar, legalmente, armas extraordinariamente poderosas", recordou.

 


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