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Especialistas apontam as dietas mais eficientes para perder peso

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Saúde

Especialistas apontam as dietas mais eficientes para perder peso


Quando o assunto é dieta, existe uma grande oferta tanto na internet, quanto nas livrarias. Um levantamento de dados sobre o que os brasileiros mais buscam na internet, feito por uma empresa de marketing digital, revelou que entre os termos mais procurados está “emagrecer”, com 112 mil pesquisas.

A busca pelo corpo saudável e magro tem levado muitas pessoas a seguirem dietas da moda. Mas, segundo especialistas, é preciso cautela quando o assunto é alimentação. A reportagem de A Tribuna, conversou com médicos nutrólogos e endocrinologistas e nutricionistas para avaliar as dietas mais eficientes e saudáveis.

Uma das dietas mais bem avaliadas é a do Mediterrâneo, baseada na alimentação de países como Grécia, Itália, França e Espanha. “Nesta dieta, são consumidos peixes, hortaliças, cereais, frutas, verduras e azeites. É uma dieta equilibrada, mas há ressalvas quanto ao consumo de vinho e excesso de azeite”, afirmou a nutricionista Daniele Laporte.

Outra dieta bem avaliada é a low carb, em que a pessoa consome baixas quantidades de carboidratos. “É um protocolo interessante, pois nela não são consumidas as farinhas brancas e açúcares em geral. Porém, ela deve ser avaliada e orientada, pois algumas pessoas acabam fazendo trocas não inteligentes”, avaliou a nutricionista Andressa Pacheco.

Pouco conhecida, porém com bons resultados está a dieta dash. Segundo a médica nutróloga Amanda Weberling, é usada para prevenir e tratar a pressão alta. “A primeira restrição dessa dieta seria o consumo de sal. Nela consome-se bastante vegetais, legumes, carnes magras, frutas. Ela acaba proporcionando a perda de peso, que é uma das medidas para diminuir a pressão arterial”, explicou.

Já para quem precisa diminuir os colesterol ruim, há a TLC na lista de boas dietas, que possui como base a alimentação saudável, atividades físicas e controle de peso. “Ela é focada na 'inteligência nutricional', pois o paciente muda o estilo de vida de forma adaptada à sua realidade e objetivos de saúde”, declarou o médico nutrólogo Roger Bongestab.

Em busca de uma alimentação mais saudável, a fisioterapeuta Lilian Pimentel, 36, resolveu em parceria com o marido, o médico Daniel Pimentel, 40, aliar a dieta low carb com atividades físicas e, segundo Lilian, eles tiveram muitos resultados. (Foto: Kadidja Fernandes/AT)
Em busca de uma alimentação mais saudável, a fisioterapeuta Lilian Pimentel, 36, resolveu em parceria com o marido, o médico Daniel Pimentel, 40, aliar a dieta low carb com atividades físicas e, segundo Lilian, eles tiveram muitos resultados. (Foto: Kadidja Fernandes/AT)

As dietas

1. Mediterrânea

A dieta baseada na alimentação dos países mediterrâneos, como Grécia, Itália, França e Espanha, e tem como base alimentar comida natural, com vegetais, frutas, peixes, azeite e oleaginosas e vinho, que não têm consumo obrigatório, foi descrita pelos especialistas como a dieta com mais nutrientes que trazem benefícios para a saúde.

Por ser baseada em alimentos frescos e naturais, auxilia na perda de peso. Ajuda ainda na prevenção de doenças cardiovasculares e inflamatórias.

Não há contraindicações, exceto pelo consumo de vinho e excesso de azeite. Também é recomendável que seja feito o consumo de carnes magras.

2. Low Carb

Baseada na redução de ingestão de carboidratos, foi avaliada pelos especialistas como uma das mais eficientes no processo de emagrecimento. A dieta possui como base vegetais, frutas, proteínas e boas fontes de gordura, como azeites, além de alimentos integrais.

A dieta deve ser prescrita e acompanhada por especialista. Previne doenças como diabetes, devido ao baixo consumo de índice glicêmico.

Os especialistas alertam que muitas pessoas deixam de consumir por completo os carboidratos, o que é prejudicial à saúde e causa cansaço, sono, dor de cabeça e irritação.

3. Cetogênica

Considerada uma das mais eficazes para o processo de emagrecimento. Seu nome está associado à queima da gordura induzida pelo corte radical nos carboidratos. Por ser bem restritiva, deve ser indicada por profissional e não deve ser feita por longos períodos. É liberado o consumo de algumas verduras e legumes.

Originalmente foi criada para o tratamento da epilepsia e é muito utilizada para o tratamento de inflamações, além de ser indicada para o tratamento de síndromes do intestino. Não é indicada para quem tem problemas de rim ou fígado.

4. Dash

Feita para quem tem hipertensão arterial, durante a dieta é utilizado pouco sódio, além de ser rica no consumo de folhas, vegetais e legumes, grãos, verduras e laticínios. Tem a distribuição de nutrientes similares à mediterrânea, com ênfase na retirada de produtos industrializados. Por isso, proporciona o controle de peso, mas é preciso acompanhamento.

5. Paleolítica

É baseada em carne e plantas. Alimentos processados estão fora da lista. São liberados como gorduras boas os óleos de coco, azeite, castanhas e outros óleos vegetais. É uma dieta restritiva, e com ressalvas para quem tem depressão e problemas de rim.

6. Vegetariana

Na dieta não é consumido nenhum tipo de carne, assim como produtos de origem animal e embutidos. Muitos especialistas veem o vegetarianismo como uma ideologia e não como dieta para emagrecimento. Mas, por conter alimentos de baixa calorias como frutas, legumes e verduras, contribui para a perda de peso.

Por restringir o consumo de alguns alimentos, pode ocorrer falta de nutrientes, como a vitamina B12 encontrada na carne. Por isso é recomendável o acompanhamento. A dieta reduz risco de doenças crônicas, além de melhorar o intestino.

7. TLC

Dieta baseada em “inteligência nutricional”, pois o paciente muda o estilo de vida. Tem foco na baixa do colesterol ruim e prioriza alimentos ricos em gorduras boas. Tem um cardápio parecido com a cetogênica e mediterrânea, porém não restringe tanto o consumo de carboidratos e açúcares. Na dieta, é indicado ingerir alimentos ricos em fibras e nutrientes, como aveia, linhaça, frutas, vegetais, feijões, peixes e aves.

Aliada à dieta, está a prática de exercícios físicos. Com a alimentação, é possível reduzir os riscos de inflamações crônicas.

8. Mind

Combina alimentos das dietas dash e mediterrânea e atua contra as doenças da mente, como Alzheimer, além da hipertensão e o acidente vascular cerebral (AVC). Não tem como objetivo principal emagrecer, e sim ajudar na saúde cardiovascular e cerebral, mas devido à alimentação saudável, contribui para o emagrecimento.

Preza pelo consumo de vegetais verdes (ricos em ácido fólico e ferro), que favorecem a circulação sanguínea. Nesta dieta, não é indicado o consumo de manteigas, margarinas, queijos e nem o excesso de carne vermelha.

9. Jejum intermitente

O método está associado a outras dietas, como low carb e cetogênica, para o auxílio da perda de peso. Em um dos modelos do jejum, o paciente pode ficar até 16 horas sem comer e tem oito horas de alimentação liberada, de acordo com a dieta prescrita. Durante o período de jejum, pode-se tomar água, chás e café sem açúcar.

Recentes pesquisas comprovaram que o jejum reduz o risco de doenças cardiovasculares e diabetes.

Por ser restrita não é indicada para todo mundo. Diábeticos, grávidas, idosos, pessoas com baixo índice de massa corporal não devem fazê-lo.

10. Pontos

A dieta é pouco recomenda por profissionais por ser classificada como “confusa”. O método conta as calorias dos alimentos, em que o paciente tem uma quantidade máxima de pontos para consumir durante o dia.

Nenhum alimento é proibido, e por isso pode dificultar a perda de peso, além de o paciente deixar de consumir nutrientes necessários.

Para alguns ela pode estimular a reeducação alimentar, mas sempre orientada por profissional.


Fonte: Especialistas consultados e pesquisa AT. As dietas devem ser acompanhadas por profissionais.



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