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Entrevista exclusiva com Didi, o futuro da seleção brasileira de basquete
Papo do Dias
Flávio Dias

Flávio Dias


Entrevista exclusiva com Didi, o futuro da seleção brasileira de basquete

Didi em ação por Franca na semifinal do NBB (Foto: Divulgação/LNB)
Didi em ação por Franca na semifinal do NBB (Foto: Divulgação/LNB)
Você já ouviu falar no Didi? O do basquete. Se ainda não, pode ter certeza de que ainda vai ouvir. Capixaba de Cachoeiro de Itapemirim, começou a jogar aos sete anos de idade pela Lusb/Cachoeiro, depois de se destacar numa competição escolar.

Pelo mesmo time, foi campeão sul-americano de clubes em 2014, em Novo Hamburgo (RS), e chegou à seleção brasileira sub-15.

Em janeiro de 2015, foi para Franca (SP), a capital do basquete nacional. E está lá desde então. A partir deste domingo (19), começa a decidir o título do Novo Basquete Brasil (NBB) pela equipe francana, que volta a uma decisão depois de oito anos.

Didi chegou à seleção principal em setembro do ano passado (Foto: Divulgação/CBB)
Didi chegou à seleção principal em setembro do ano passado (Foto: Divulgação/CBB)
Ala/armador, de 1,95m de altura, Didi tem apenas 19 anos. E também já está na seleção brasileira adulta!
Vejam só o que o técnico do Brasil, o croata Aleksandar Petrovic, irmão mais velho de ninguém menos do que Drazen Petrovic — este, talvez, o maior jogador europeu da história —, falou sobre o jovem craque no ano passado, ao convocá-lo para a seleção principal. Didi tinha sido um dos destaques do Brasil no título do Sul-Americano Sub-21, na Argentina, com médias de 11 pontos por jogo.

“Assisti a todas as partidas da seleção sub-21 e o Didi foi um dos jogadores que mais me impressionou, essa é uma das razões para ele estar aqui conosco. Apesar de ser muito jovem e ter apenas 19 anos, ele mostrou uma personalidade muito grande e não teve nenhum tipo de medo ou receio logo no primeiro treino com a seleção principal. Fez tudo muito bem e de uma maneira natural, por isso acredito que nos próximos 10, 15 anos ele será um jogador muito importante para ao Brasil.”

Na atual edição do NBB, Didi teve médias de 10 pontos, três rebotes e 1 assistência por jogo. A maior pontuação foi contra o Minas, com 23 pontos no dia 6 de novembro.

Às vésperas de iniciar a decisão do NBB, a primeira na sua carreira, ele atendeu atenciosamente ao Papo do Dias nesta entrevista exclusiva.

Papo do Dias — Você ainda vai fazer 20 anos (faz aniversário no dia 2 de julho), mas já está na seleção brasileira principal, é um dos destaques de Franca, talvez a mais tradicional equipe de basquete do País, e acaba de se inscrever no Draft da NBA. Qual é a primeira palavra quem vem à sua cabeça quando pensa na velocidade em que tudo isso aconteceu? Por quê?

Didi Louzada — A palavra que vem à minha cabeça é felicidade, porque tenho apenas 19 anos e nunca imaginei que conseguiria conquistar tudo isso tão rápido igual venho conquistando, e ser um dos destaques do time, sendo um dos mais jovens. É muito gratificante mostrar o fruto do trabalho que venho fazendo no meu clube.

Didi participou do Nike Hoop Summit, tradicional torneio nos EUA com promessas do basquete mundial (Foto:Divulgação)
Didi participou do Nike Hoop Summit, tradicional torneio nos EUA com promessas do basquete mundial (Foto:Divulgação)
A participação no Nike Hoop Summit, nos Estados Unidos, mudou sua maneira de pensar basquete? Acrescentou algo ao seu jogo?

Bom, não só a participação no Nike, como também ter chegado à seleção brasileira adulta. Fez eu mudar bastante a maneira de perceber o basquete e também acrescentei repertórios no jogo. O chute de três pontos, que venho aprimorando ainda mais. E algum aspecto diferente como o drible, o drible, parada e o “deep jump”, conhecidos como DPJ. São coisas que venho melhorando e posso melhorar muito mais.

O Petrovic já declarou que você é o futuro da seleção brasileira. Como encara elogios como esse?

É um elogio muito bom. Acho que cada vez que passa venho me destacando mais. Continuo muito focado e ser o futuro da seleção ao lado do Yago (armador do Paulistano) é muito importante para mim. Com certeza, minha família está bem contente com isso. Mas almejo conquistar muitas coisas ainda, com a seleção e com o clube onde estiver. Estou muito feliz, são coisas que venho conquistando em pouco tempo, mas pretendo conquistar muito mais.

Quais

Didi nas páginas de A Tribuna, pouco depois de chegar a Franca, ainda com 17 anos (Foto: Arquivo/AT)
Didi nas páginas de A Tribuna, pouco depois de chegar a Franca, ainda com 17 anos (Foto: Arquivo/AT)
as suas referências no basquete? Quem você gostava de imitar quando o jogo ainda era só uma brincadeira?

Minhas referências no esporte vêm do meu irmão. Ele me ensinou a jogar. Tudo que ele fazia eu tentava fazer. É uma referência grande na minha vida. Dos que atuam como profissionais, referências como Leadrinho e o Westbrook, da NBA. Eu gostava de imitar bastante estes dois caras. E também o LeBron, com suas enterradas. Uma coisa que sempre adorei.

Manda um recado para os amigos e torcedores aqui do Estado.

Galera do Espírito Santo, estou muito feliz por tudo o que venho conquis-tando e contente por vocês estarem torcendo aío por mim. Tenho certeza que vou trazer muitos frutos para o nosso Estado ainda!


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