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“Em vez de tomar remédio, eu pratico exercícios”, diz senhora de 87 anos

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“Em vez de tomar remédio, eu pratico exercícios”, diz senhora de 87 anos


Pegar o remo, entrar no mar e mergulhar em um novo esporte. Atitudes como essas mostram que a idade não é empecilho para algumas pessoas que têm energia para se divertir e ser feliz. É em cima de uma prancha de stand up paddle – esporte derivado do surf – que Lays Lugão, de 87 anos, desafia o seu corpo na baía de Vitória, com muito equilíbrio e disposição.

A aposentada Lays Lugão pratica stand up há dois anos e rema duas vezes por semana com muita disposição (Foto: Leone Iglesias/AT)
A aposentada Lays Lugão pratica stand up há dois anos e rema duas vezes por semana com muita disposição (Foto: Leone Iglesias/AT)

“Eu sinto uma liberdade sem igual e, claro, é um desafio. Sinto uma vaidade, me sinto muito mais bonita, corpo mais esbelto, faço por prazer. O esporte trabalha com minha mente e meu corpo”, detalhou Lays. Ela tem uma rotina de fazer inveja a muitos jovens. Vaidosa, o esporte virou o queridinho da dona Lays há dois anos, e deu novo sentido a sua vida.

“Faço stand up duas vezes por semana e também sempre vou à hidroginástica. Aconselho a todos, de todas as idades, fazer o exercício. Ele cura dores, diminui doenças e faz amigos”, disse. A rotina de dona Lays não para por aí. Ela garante que o segredo está também em “trabalhar a mente”. A aposentada é psicopedagoga e trabalhou por muitos anos com crianças especiais.

Agora, é voluntária na Universidade Federal do Espírito Santo (Ufes) e no Centro de Convivência para a terceira idade em Vitória. “Eu dou aulas de memória, concentração. Isso é muito bom para mim e para os alunos. Nos ajudamos. Sinto que sou uma pessoa feliz, estou deixando um bom legado”, disse emocionada.
Legado que tem feito diferença na vida das pessoas ao seu redor.

Segundo o gerente da Acquanáutica Cristã, Rodrigo Miranda, ela é exemplo durante as aulas que acontecem na Curva da Jurema, em Vitória.

“É uma beleza sem igual ver uma idosa pegando o remo, entrando na água, fazendo os exercícios de forma correta. Ela sempre leva as amigas e a família. Enche o nosso coração de esperança. Vejo que é bom para a sua mente e para o corpo. O contato com o mar é uma terapia”, disse.

Lays afirma que se encontrou no esporte. “Temos de achar o caminho da gente, o que a gente gosta. Estar em contato com a natureza muda tudo”.

“Sou apaixonada”


 (Foto: Leone Iglesias/AT)
(Foto: Leone Iglesias/AT)

Aos 70 anos, a aposentada Virginia Frangilo, conhecida como Dona Vivi, esbanja felicidade e muita disposição no stand up e no caiaque. Dona Vivi explicou que começou a fazer o exercício após passar pela praia e ver o esporte.

“A experiência é incrível. Eu sou apaixonada pelo mar, e o esporte me deixa plena de saúde e alegria. Ver a natureza me faz ter uma vida leve e feliz”, disse emocionada.

“Não é tarde para começar”

 (Foto: Divulgação/Arquivo Pessoal)
(Foto: Divulgação/Arquivo Pessoal)
“Na terceira idade é preciso se estimular com novos conhecimentos, praticar não somente atividade física como também mental. A Organização Mundial da Saúde indica 150 minutos de atividade física por semana. Com isso, há uma prevenção de doenças como Alzheimer, ansiedade e depressão, melhorando também o padrão do sono e a disposição física. Não é tarde para começar. Nosso objetivo é o envelhecimento ativo, em que há um bom controle das doenças, envolvimento social e capacidade funcional preservada”, afirmou a presidente da Sociedade Brasileira de Geriatria/ ES, Daniela Souza Gonçalves Barbieri.
 


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