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Diagnóstico indolor e mais acessível

Especial Saúde

Diagnóstico indolor e mais acessível


Centro de Ultrassonografia, onde médico (no destaque) realiza exame de elastografia hepática (Foto: Divulgação)
Centro de Ultrassonografia, onde médico (no destaque) realiza exame de elastografia hepática (Foto: Divulgação)
Por muitos anos, pacientes com hepatites virais ou com alguma alteração no fígado precisavam recorrer à biópsia para avaliar o tecido da região.

Hoje, uma técnica de diagnóstico por imagem consegue fazer essa análise sem dor, sem sedação e o melhor: por um preço bem mais em conta. O procedimento é chamado de elastografia hepática e tem, por objetivo, avaliar o grau de rigidez do fígado.

“É um exame indolor que mede a fibrose do fígado, o grau de 'dureza' do órgão. Quanto mais 'duro', maior a probabilidade de se ter uma doença”, explicou o diretor médico do Centro de Ultrassonografia (Ceus), Herdy Locatel de Araújo.

O exame é indicado, segundo o médico, para identificar e diagnosticar diversas patologias, como hepatites crônicas, presença de gordura no fígado e doenças relacionadas ao abuso de álcool.

De acordo com o Boletim Epidemiológico de Hepatites Virais do Ministério da Saúde, no ano passado foram registrados 42.383 casos de hepatites virais no Brasil.

Centro de Ultrassonografia, onde médico (no destaque) realiza exame de elastografia hepática (Foto: Sagrilo)
Centro de Ultrassonografia, onde médico (no destaque) realiza exame de elastografia hepática (Foto: Sagrilo)
O exame funciona através da emissão de uma onda, conhecida como “Shear Wave”. “Dentro do aparelho de ultrassonografia existe um programa que gera um impulso, uma onda, que é transmitida através do corpo. Medindo a velocidade de propagação dessa onda é possível classificar o grau de fibrose da região”, pontuou Herdy.

Segundo ele, a tendência é que a técnica seja, no futuro, utilizada para medir a rigidez de outros órgãos do corpo. O Ceus oferece, além da elastografia hepática, a de mama e de tireoide.

Inteligência artificial

Outra inovação é o uso de inteligência artificial na medicina, que já deixou de fazer parte apenas das cenas dos filmes e agora está disponível também em centros de ultrassonografia.

“Aqui no Ceus, nós já utilizamos essa tecnologia na análise dos nódulos tireoidianos, para classificação de risco”, destacou Herdy.

“Nós colocamos os exames em uma tabela e, através da leitura desses dados, a inteligência artificial seleciona as características dos nódulos e os avalia como sendo de baixo, médio ou alto risco. A partir disso, nós identificamos os que vão ser puncionados ou não”.

 (Foto: Jornal A Tribuna)
(Foto: Jornal A Tribuna)

Exames durante a gestação
Mamães e papais têm muitas preocupações com a saúde do bebê durante a gravidez. E a medicina pode ajudar a acalmar os corações aflitos com exames que identificam possíveis más-formações fetais para o tratamento preventivo delas.

Através da ultrassonografia morfológica, realizada no primeiro trimestre de gestação (da fase inicial até a 12ª semana), o médico faz uma avaliação primária do bebê e da morfologia, juntamente com o rastreamento de doenças genéticas.

“O estudo genético tem amplas vantagens porque nos permite detectar alterações no cromossomo, como a Síndrome de Down, com o bebê ainda no útero”, explicou Naeme José de Sá Filho, especialista em medicina fetal do Centro de Ultrassonografia (Ceus).

Caso alguma alteração seja identificada, outros exames, desta vez invasivos, podem ser feitos de forma mais detalhada. Um exemplo é a biópsia de vilo corial.

“A gente aspira um pouco do tecido da placenta e, através dele, fazemos um estudo genético do bebê”, revelou o especialista.

A amniocentese é outro método de diagnóstico oferecido pelos médicos do Ceus. “Com a coleta do líquido amniótico, podemos identificar alterações do cromossomo e também avaliar infecções congênitas, por exemplo”.

Também é possível coletar o sangue do bebê, ainda na barriga da mãe, através do cordão umbilical. “Chamamos de cordocentese. Através desse exame, podemos diagnosticar infecções e doenças do sangue do feto”, pontuou o médico.

 (Foto: Jornal A Tribuna)
(Foto: Jornal A Tribuna)

 


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