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Dezoito mil esperam cirurgia por até cinco anos no Estado

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Saúde

Dezoito mil esperam cirurgia por até cinco anos no Estado


Uma espera de até cinco anos, geralmente marcada por muito sofrimento, que parece não ter fim. Assim tem sido o dia a dia de cerca de 18 mil pacientes que aguardam por uma cirurgia eletiva no Estado.

As maiores demandas são por cirurgias oftalmológicas, ginecológicas e angiológicas (varizes), segundo informou o subsecretário de Estado da Assistência em Saúde, Fabiano Ribeiro dos Santos.

É com preocupação que o presidente do Sindicato dos Médicos do Estado e vice-presidente da Confederação Nacional dos Médicos, Otto Fernando Baptista, fala sobre essa realidade. Ele diz que o tempo de espera chega a ser ainda maior em alguns casos, mas que a média é de cinco anos.

Na tarde de segunda-feira (13), a reportagem foi às ruas e ouviu o desabafo de quem faz parte dessa lista. Algumas pessoas contam o drama, mas não escondem a esperança de conseguir serem submetidas ao procedimento. Outros pacientes choram, mostram-se revoltados e dizem que são vítimas do que chamam de “descaso na saúde”.

O  aposentado Roberto Nunes, de 71 anos, teve a cirurgia marcada para 18 de julho, depois de esperar cinco anos (Foto: Dayana Souza/ AT)
O aposentado Roberto Nunes, de 71 anos, teve a cirurgia marcada para 18 de julho, depois de esperar cinco anos (Foto: Dayana Souza/ AT)

Para Otto Baptista, é preciso resolver essa demanda reprimida urgentemente, com menos burocracia, mais agilidade e em um tempo mais curto.

“Além da longa espera, existe o trâmite que faz com que os pacientes tenham total desânimo e percam a fé de que vão ser submetidos à cirurgia porque, no meio disso tudo, há um trâmite completamente equivocado, cheio de burocracia”, disse.

E completou: “É preciso acabar com o clientelismo, com assistencialismo, com a interferência de alguns vereadores e de líderes comunitários nesse trâmite. O médico tem de ter autonomia na unidade básica de saúde, indicar a cirurgia, juntar exames, pedir o pré-operatório e colocar esse paciente imediatamente nessa lista”.

O tempo de resposta, segundo ele, precisa ser mais curto. “O tempo de espera pode levar a complicações na evolução da doença e trazer mais sequelas para esse paciente. Infelizmente, tem pacientes que morrem na fila esperando por uma cirurgia. Isso não pode acontecer. Precisamos de respostas rápidas”, destacou Otto Baptista.

A reportagem completa você confere no jornal A Tribuna desta terça-feira (14). 


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