Cookies não suportados!

Você está utilizando um navegador muito antigo ou suas configurações não permitem cookies de terceiros.


Assine agora e tenha acesso ao conteúdo exclusivo do Tribuna Online!

esqueceu a senha? Assinar agora
Cookies não suportados!

Você está utilizando um navegador muito antigo ou suas configurações não permitem cookies de terceiros.

Crianças e recém-nascidos também podem ter catarata

Especial Saúde

Crianças e recém-nascidos também podem ter catarata


Consequência natural da idade, a catarata é identificada quando o cristalino – uma espécie de lente natural do olho – fica opaco e duro, perdendo a transparência. Ela costuma se desenvolver lentamente e não perturba a visão no início, mas, com o tempo, pode interferir.

A catarata é identificada quando o cristalino fica opaco e duro, perdendo a transparência. Com o tempo, doença pode  interferir na visão (Foto: Divulgação)
A catarata é identificada quando o cristalino fica opaco e duro, perdendo a transparência. Com o tempo, doença pode interferir na visão (Foto: Divulgação)
“A evolução do tratamento cirúrgico para a catarata é constante. O médico retira a catarata por uma incisão minúscula na córnea, de 2,75 milímetros, que também é utilizada para inserir uma lente intraocular dobrável”, explicou o oftalmologista Jorge Córdova, do Hospital de Olhos Dr. Almeida Rebouças, em Vitória.

Além disso, graças à inovação na oftalmologia através da tecnologia, é possível escolher o tipo mais adequado de lente para cada situação, perfil e necessidade do paciente.

“O mercado vem buscando aprimoramento das diferentes soluções e, atualmente, há lentes com clareza inigualável e redução de reflexos”, disse o médico Ricardo Córdova.

Ele também destacou a possibilidade de se aproveitar a cirurgia de catarata para corrigir os erros refrativos, como são chamados os problemas de visão como miopia, hipermetropia, astigmatismo e a presbiopia, conhecida popularmente como “vista cansada”.

Para isso, há diferentes tipos de lentes, o que faz com que o procedimento seja cada vez mais personalizado para melhorar a qualidade de vida do paciente.

Sintomas

Os principais sintomas da catarata são visão embaçada, perda de foco e dificuldade para enxergar cores com baixo contraste, além de sensação de neblina nos olhos.

A doença costuma aparecer em pessoas a partir dos 50 anos. Mas vale ressaltar que não é somente esse público que pode ser diagnosticado com a catarata.

“Ela chega a aparecer, inclusive, entre os recém-nascidos, e é identificada por meio do teste do olhinho, realizado logo após o nascimento do bebê”, frisou o oftalmologista Carlos Heringer.

Pessoas mais novas também podem desenvolver a doença. “É de maneira menos comum, mas acontece por conta do excesso de exposição ao sol sem a proteção adequada ou também por algum trauma físico, por exemplo”, afirmou o oftalmologista Iran Malfitano, também do Hospital de Olhos Dr. Almeida Rebouças.

Ceratocone não tem cura, mas há tratamento, dizem médicos

Existe uma condição, que atinge normalmente adolescentes e jovens, gerada pelo afinamento da córnea. É o chamado ceratocone, que acaba, com o tempo, prejudicando a visão. Apesar de não ter cura, o paciente não precisa se desesperar: existem tratamentos.

“Depois do afinamento, por causa da pressão intraocular, a córnea se alonga e enfraquece, formando um cone. Com isso, a nitidez da visão fica comprometida”, afirmou o oftalmologista Ricardo Córdova, do Hospital de Olhos Dr. Almeida Rebouças.

De acordo com ele, quanto mais o ceratocone avança, maior o comprometimento da nitidez da visão. A evolução do ceratocone depende das características genéticas do paciente.

“O avanço só pode ser controlado com as visitas frequentes ao oftalmologista. Existem três maneiras de se tratar o ceratocone com o intuito de controlá-lo, uma vez que ainda não há cura”.

Na fase inicial do ceratocone, o tratamento indicado pelo especialista é chamado de crosslinking. Nele, o olho afetado pelo ceratocone recebe a aplicação de uma vitamina aliada a raios ultravioletas. “O intuito é tornar a córnea mais rígida, evitando a progressão desse quadro”, ressaltou o médico.

Para a fase intermediária, existe o implante de anel intraestromal. “Popularmente conhecido como anel de ferrara, ele é implantado cirurgicamente dentro da córnea. O objetivo é regular a curvatura corneana já afetada pelo ceratocone”, disse o oftalmologista Iran Malfitano.

Já na fase final do quadro, o indicado é o transplante de córnea. “Quando o ceratocone avança a ponto de comprometer gravemente a nitidez da visão e a estrutura do olho em si, a indicação é o transplante de córnea”, disse.

De acordo com os especialistas, esses novos diagnósticos e tratamentos cirúrgicos são feitos para evitar algo mais sério, como o transplante de córnea, indicado para a fase final do quadro.

O Hospital de Olhos Dr. Almeida Rebouças, que fica em Bento Ferreira, oferece esses e outros diversos tratamentos oftalmológicos.

 (Foto: Jornal A Tribuna)
(Foto: Jornal A Tribuna)


Olá, !

Esse é o seu primeiro acesso por aqui, então recomendamos que você altere o seu nome de usuário e senha, para sua maior segurança.



Manter dados