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Cientistas estudam novos remédios contra Alzheimer

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Saúde

Cientistas estudam novos remédios contra Alzheimer


Sabah Rajad, da Associação Brasileira de Alzheimer, e a médica Jovana Gobbi participam de encontro hoje (Foto: Antonio Moreira/AT)
Sabah Rajad, da Associação Brasileira de Alzheimer, e a médica Jovana Gobbi participam de encontro hoje (Foto: Antonio Moreira/AT)

Esquecer algo – ou alguém – pode parecer comum para muitas pessoas. Porém, quando isso começa a se tornar frequente, principalmente depois dos 60 anos de idade, pode ser sinal de Alzheimer. Cientistas estudam novos tratamentos para a doença, que hoje, de acordo com estimativas do Instituto Alzheimer Brasil (IAB), afeta 1,2 milhão de pessoas em todo o País e 24 mil no Espírito Santo.

Uma das substâncias que está sendo estudada por pesquisadores do Brasil e dos Estados Unidos para o tratamento de pacientes com Alzheimer é o lítio. De acordo com a pesquisa, se administrado em pequenas doses, ele proporciona manutenção da memória.

“O lítio é usado como estabilizador do humor. Por isso, é indicado para pacientes com esquizofrenia ou

Mapeamento cerebral é analisado (Foto: Divulgação)
Mapeamento cerebral é analisado (Foto: Divulgação)
transtorno bipolar. Pesquisas já mostraram que possui efeito protetor no sistema nervoso central”, explicou a geriatra Fernanda Damiani.

Outra pesquisa em estudo, de acordo com a neurologista Jovana Gobbi, é uma terapia imunológica.

“Seria como uma vacina para tentar produzir anticorpos contra a proteína que se deposita no cérebro e causa a atrofia dos neurônios. Os estudos buscam por drogas mais específicas para essa atrofia cerebral”, destacou.

A neurologista explicou que múltiplas causas, como uma predisposição familiar, podem desencadear o Alzheimer, que é uma doença degenerativa.

“Quem tem hipertensão, diabetes descontrolado e é fumante, pode ter mais perda de neurônio e atrofia”, destacou.

A presidente da Sociedade Brasileira de Geriatria e Gerontologia no Estado (SBGG-ES), geriatra Daniela Barbieri, ressaltou que não há cura para o Alzheimer e o último remédio para tratar a doença, a memantina, está no mercado desde 2003.

Pelo menos 4.423 pacientes foram atendidos pela Farmácia Cidadã da Secretaria de Estado da Saúde (Sesa), nos últimos 12 meses, com medicamentos contra o Alzheimer. Para discutir sobre a doença e seu tratamento, hoje, Dia Mundial do Alzheimer, acontece um encontro da Associação Brasileira de Alzheimer (Abraz) no Estado, no Senac de Vitória.

“É importante que as famílias não isolem o paciente e o estimule a fazer atividades que fazia antes, preservando suas funções”, afirmou a presidente da Abraz, a terapeuta ocupacional Sabah Rajad.

Dados no País e Estado

  • A doença de Alzheimer é o tipo mais frequente de demência. Segundo estimativa do Instituto Alzheimer Brasil (IAB), ela afeta 1,2 milhão de pessoas no País e 24 mil no Estado.
  • Pelo menos 4.423 pacientes foram atendidos pela Farmácia Cidadã da Secretaria de Estado da Saúde (Sesa), nos últimos 12 meses, com solicitações de medicamentos para a doença.

A doença

  • O Mal de Alzheimer se apresenta como demência ou perda de funções cognitivas (memória, orientação, atenção e linguagem), causada pela morte de células cerebrais.
  • Quando diagnosticada no início, é possível retardar o seu avanço e ter mais controle sobre os sintomas, garantindo melhor qualidade de vida ao paciente e à família.

Tratamento

  • Ainda não há um tratamento específico para o mal de Alzheimer, doença que se acredita ser provocada por fatores internos e externos, como se supõe ser a maior parte das causas das demências, e por influência genética.
  • Estudos feitos com o lítio por pesquisadores brasileiros e dos Estados Unidos demonstraram que, quando o metal é administrado em doses muito pequenas, pode ajudar na manutenção da memória.
  • Outra pesquisa em estudo é uma terapia imunológica para tentar produzir anticorpos contra a proteína que se deposita no cérebro e causa a atrofia dos neurônios, levando ao Alzheimer.

Fonte: Abraz, IAB, SBGG-ES e médicos consultados.


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