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Cenário sombrio
Gilmar Ferreira
Gilmar Ferreira

Gilmar Ferreira


Cenário sombrio

É tenso o clima entre os jogadores e a diretoria do Botafogo para o jogo desta noite contra o Goiás, no Nilton Santos, duelo que ganhou contornos preocupantes.

A insatisfação, que antes se dava pelos atrasos nos salários e pelo abandono dos dirigentes, tem um agravante: a demissão do técnico Eduardo Barroca. Boa fonte, daquelas com livre acesso pelos corredores do estádio, me contou que as principais lideranças do time pediram ao vice de futebol Gustavo Noronha, ainda na noite de domingo, que o técnico não fosse afastado.

O cartola ponderou que havia uma pressão de conselheiros e, após consultar o presidente Nelson Mufarrej, oficializou a mudança no comando. Batata quente que ficou nas mãos de Bruno Lazaroni, filho do técnico da Seleção na Copa da Itália, em 1990, e até então auxiliar de Barroca.

Pedido

Não sei ao certo se os dirigentes deveriam atender ao pedido dos jogadores e, de certa forma, fazer como Fluminense e São Paulo, que dividiram suas decisões com os mais experientes do elenco, prática que tem sido recorrente nos clubes brasileiros.

Mas entendo que, como já era ruim a relação entre a direção e os jogadores, talvez fosse mais inteligente fortalecê-los como time. Pelo jeito, na visão deles, a saída de Eduardo Barroca não acenava apenas com o risco de uma mudança no paradigma tático. E a recusa da diretoria em manter o que vinha sendo feito abriu nova ferida num corpo já machucado.

Agora, se não agir com cautela e se não for cirúrgica na escolha do novo treinador, a diretoria periga levar o Botafogo para a disputa na parte de baixo da tabela.

Desfalques

O Goiás, adversário desta noite, é o líder do returno do Brasileiro com quatro vitórias e sem um gol sofrido. E o time alvinegro vai para campo com dois desfalques na linha defensiva (Joel Carli e Gilson), e ainda sem Alex Santana, ausente nas últimas quatro partidas.

Marcelo Benevenuto, de 23 anos, formará a zaga com Gabriel, de 24, a dupla Fernando Constanza, de 20, e Lucas Campos, de 21, assumirá as laterais, e Gustavo Bochecha, de 23, entra no meio-campo.

Ou seja: um setor defensivo muito jovem e nas mãos de um técnico interino com a missão de evitar que o time se aproxime do Z-4 com o quinto tropeço consecutivo.

Resumindo: salários atrasados, desarmonia entre jogadores e dirigentes, um grupo jovem, sem muitos recursos, e uma torcida pressionando com invasões a treinos e ameaças violentas. É ou não é um cenário pavoroso a 15 rodadas do final do Brasileirão?

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