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Capixaba quer ter os maiores seios do mundo

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Capixaba quer ter os maiores seios do mundo


Para quebrar um novo recorde e ter os maiores seios de silicone do mundo, a capixaba Sheyla Hershey, de 40 anos, que ficou conhecida pelas próteses de 6,5 litros nos seios em 2010, pretende colocar 12 litros em cada um deles, ainda este ano.

Sheyla  vai fazer o procedimento em duas etapas, nos EUA e na Colômbia (Foto: Acervo Pessoal)Sheyla vai fazer o procedimento em duas etapas, nos EUA e na Colômbia (Foto: Acervo Pessoal)

A atriz e modelo até chegou ao Guinness Book, coleção de recordes reconhecida mundialmente, devido ao tamanho da prótese. Mas, em 2011, retirou os 6,5 litros de silicone e perdeu o título. Atualmente, ela tem 1,5 litro de silicone.

Segundo Sheyla, quem tem o recorde de prótese hoje é a modelo americana Maxi Mounds, com 7 litros de silicone em cada seio.

Na sexta-feira, Sheyla passará por uma cirurgia na coluna, para assegurar que o corpo irá aguentar as próteses de 12 litros. A cirurgia para colocá-las está prevista para outubro ou início de novembro.

“Fiquei 10 anos afastada da mídia, focada mais na família e na saúde, mas sinto um vazio dentro de mim. Tentei preenchê-lo com muitas coisas, mas infelizmente ele ainda fica. Eu quero quebrar esse recorde. Antes de mais nada, quero fazer o que me faz sentir bem, o que me faz feliz”, disse.

A capixaba, que mora desde 2002 nos Estados Unidos, fará uma parte do procedimento no país norte-americano, em que implantará uma prótese de 2 litros, e outra na Colômbia, já que somente no país sul-americano encontrou um médico que faça o serviço.

 (Foto: Acervo Pessoal) (Foto: Acervo Pessoal)

“Logo depois de fazer o implante, vou esperar três meses e viajarei para a Colômbia, onde vou fazer o preenchimento dela a cada três meses. Esse procedimento não precisará mais de cirurgia, só preenchimento com uma seringa abaixo do braço”, contou.

Em 2010, Sheyla teve uma infecção bacteriana nos seios, em razão da prótese, e correu risco de morte. Ela disse que, na época, viajou para os EUA logo após fazer a cirurgia, e chegou ao país com febre e as próteses inchadas.

Questionada se não teria medo de fazer uma nova cirurgia, que é de risco, disse que não.

“Todos os procedimentos que fiz na vida são arriscados, de alto risco. Não tenho medo, porque vou estar fazendo algo de que gosto muito, que me faz feliz. E também não me preocupo, eu já vivi muito, já me diverti muito na minha vida. Se eu passar dessa vida para uma outra melhor, irei feliz”.

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