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Capixaba picado por aranha na Austrália pede socorro a Bolsonaro

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Capixaba picado por aranha na Austrália pede socorro a Bolsonaro


Uma picada de aranha levou o capixaba José Henrique Drummond, 35, a passar dias difíceis em Melbourne, na Austrália, onde mora há um ano. Ele, que viajou para fazer um curso de Inglês e atualmente faz pós-graduação, chegou a pedir socorro até ao presidente da República, Jair Bolsonaro, no domingo (21), pois alega ter sofrido preconceito.

José trabalha com transporte de mudanças e foi picado no pescoço por uma aranha no último dia 15 de julho, enquanto recolhia caixas num depósito. “Na hora não senti nada, mas 40 minutos depois parecia que tinha tomado uma facada nas costas”.

José Henrique Drummond denunciou caso ao Itamaraty e pediu ajuda (Foto: Reprodução/Instagram)
José Henrique Drummond denunciou caso ao Itamaraty e pediu ajuda (Foto: Reprodução/Instagram)

No dia seguinte, com dor, febre e falta de ar, ele procurou atendimento médico. “O médico não quis terminar o meu atendimento. Quando cheguei a falar da mordida, ele disse que a consulta já tinha terminado e, quando o questionei sobre o juramento médico, ele me expulsou da clínica. Na minha cabeça eu estava morrendo. Foi a pior sensação”.

José então começou a tomar um antibiótico que tinha em casa e conseguiu outra consulta médica. No domingo, ele fez uma publicação no Facebook pedindo ajuda a Bolsonaro, com a assistência ao governo federal.

“O governo australiano, que autorizou a minha entrada em seu país, recusou-se a me prestar o devido atendimento quando procurei a polícia. Cadê a amizade Brasil x Austrália”, disse na publicação em que o Presidente foi marcado.

José pediu ajuda na segunda-feira (22) ao Ministério das Relações Exteriores (Itamaraty) por e-mail. Disse que recebeu resposta, sugerindo que procurasse um outro médico ou clínica de emergência indicado pelo seguro de saúde na Austrália.

Em seguida, ele afirmou que daria entrevista a um programa de TV da Austrália. Por e-mail, obteve como resposta, da Embaixada do Brasil em Camberra, que “a assistência consular não abrange o escopo dos assuntos privados (como denúncia de mau atendimento médico)”. Mas, segundo o e-mail, “o assunto será levado ao embaixador (Sérgio Eduardo Moreira Lima) para as providências cabíveis”.

Procurado pela reportagem, o Itamaraty não respondeu até a publicação desta matéria. 


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