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Câncer que atingia mais idosos agora ataca jovens

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Saúde

Câncer que atingia mais idosos agora ataca jovens


Seis tipos de câncer mais comuns em idosos têm aumentado entre os jovens nascidos entre os anos de 1980 e 1990, devido à obesidade, de acordo com pesquisa divulgada pela Sociedade Americana de Câncer e pelo Instituto Nacional do Câncer (Inca).

Os pesquisadores avaliaram dados sobre 12 tipos de tumores já associados à obesidade, durante 19 anos, mas os resultados mostraram que os tipos de câncer que estão mais frequentes em jovens são: colorretal, endometrial, renal, pancreático, da vesícula biliar e o mieloma múltiplo (um câncer da medula óssea).

A equipe notou ainda que o número de casos é aproximadamente o dobro do observado entre os nascidos de 1940 a 1960, quando tinham a mesma idade.

A nutróloga Nayara Rocio salientou que o excesso de peso está relacionado à alimentação inadequada, com poucos nutrientes, que pode enfraquecer o sistema imune, e desencadear problemas mais graves de saúde, como o câncer.

O endocrinologista Albermar Harrigan, membro da Sociedade Brasileira de Endocrinologia e Metabologia (Sbem), frisou que o excesso de peso costumava ser associado a doenças cardiovasculares.

“Antes, os maiores problemas do excesso de peso eram cardiovasculares ou a diabetes, mas hoje o câncer aparece nessa lista, por causa dos hábitos alimentares”, explicou.

O endocrinologista também frisou que o câncer de pâncreas era mais comum em idosos. “Aparecia em pessoas com mais de 65 anos. Mas, devido ao estilo de vida, tem sido mais frequente. É um câncer que demora se manifestar e tem menos chance de cura”.

Na pesquisa, esse tipo de câncer teve um aumento anual de 4,34% nos jovens entre 25 e 29 anos.

O oncologista Wesley Vargas Moura diz que fazer mudanças no estilo de vida é a melhor forma de prevenção (Foto: Thiago Coutinho/ Arquivo AT/ 29/01/2015)
O oncologista Wesley Vargas Moura diz que fazer mudanças no estilo de vida é a melhor forma de prevenção (Foto: Thiago Coutinho/ Arquivo AT/ 29/01/2015)

O oncologista Wesley Vargas Moura, do Núcleo Especializado em Oncologia, ressaltou que o estudo veio para alertar sobre o combate à obesidade.

“É um fato que a obesidade está ligada ao câncer. O estudo confirmou o que temos visto nos laboratórios. E a melhor forma de prevenção é mudando o estilo de vida e tendo uma alimentação saudável, evitando o açúcar, refrigerantes e gorduras, e associando isto à prática de exercícios”, destacou.

Segundo o Ministério da Saúde, em 10 anos, houve crescimento de 110% no número de pessoas de 18 a 24 anos que sofrem com obesidade.

A reportagem completa você confere no jornal A Tribuna deste sábado (16). 
 


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