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Caminhoneiros rejeitam greve de sexta: "Coisa da esquerda"
Economia ES
Rafael Guzzo

Rafael Guzzo


Caminhoneiros rejeitam greve de sexta: "Coisa da esquerda"

Se em 2018 os caminhoneiros literalmente pararam o Brasil com sua paralisação, para sexta-feira qualquer participação da categoria está descartada.

"Esse movimento é coisa da esquerda. Nós somos de direita", declarou Ubirajara Nobre, o Bira, um dos líderes da paralisação do ano passado. 

Transportadores também descartam qualquer paralisação. Entre empresários, há um misto de expectativa e receio com o abrandamento nas regras de trânsito, mas o clima, no geral, é de apoio ao governo Bolsonaro.

Os motoristas de ônibus estão mobilizados em protestar em relação às mudanças na Previdência.

O presidente do Sindicato dos Rodoviários do Espírito Santo (Sindirodoviários), José Carlos Sales, o Gaguinho, frisou, contudo, que a categoria não é contra a reforma, que ele julga ser necessária. O que pede é por uma proposta mais amena para os motoristas.

"O problema é que os motoristas de ônibus serão muito penalizados. Quem vai dirigir um ônibus com 64 anos de idade? Trabalhar 39 anos dirigindo um ônibus é dureza, não dá para ser. Empresa nenhuma contrata motoristas idosos", criticou.


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