search
Cookies não suportados!

Você está utilizando um navegador muito antigo ou suas configurações não permitem cookies de terceiros.


Assine agora e tenha acesso ao conteúdo exclusivo do Tribuna Online!

esqueceu a senha? Assinar agora
Cookies não suportados!

Você está utilizando um navegador muito antigo ou suas configurações não permitem cookies de terceiros.

Calote, desmaio e maldição dos abre-alas: os bastidores de sábado no Sambão

Calote, desmaio e maldição dos abre-alas: os bastidores de sábado no Sambão

Carro abre-alas da Pega no Samba com a homenageada Lenira Borges (Foto: Rodrigo Gavini/ AT)
Carro abre-alas da Pega no Samba com a homenageada Lenira Borges (Foto: Rodrigo Gavini/ AT)

Sabe os carros alegóricos da Pega no Samba, que entraram todos apagados, sem iluminação nenhuma? Foi um maior problema pré-desfile porque, diz o presidente da escola, o homem que foi contratado pela escola para fazer o serviço de-sa-pa-re-ceu após receber R$ 3 mil adiantado. Nem os jogos de luz que ficam posicionados tradicionalmente no chão tinham no abre-alas, que trazia a homenageada da escola, Lenira Borges.

Urucubaca
Foi um sábado de maldição dos abre-alas. Primeiro porque quando o primeiro carro alegórico da Imperatriz do Forte já estava na avenida, o carnavalesco Alex Santiago percebeu que a iluminação estava toda apagada, prejudicando a performance, e então foi procurar o gerador para ver o que tinha acontecido. Vocês acharam a máquina? Nem ele.

Urucubaca 2
Depois, o abre-alas da Unidos da Piedade entrou com um rasgado. Deve ter sido coisa dos gatos.

Urucubaca 3
O da Mocidade Unida da Glória (MUG), que tinha uma escultura enorme do gato do filme “Alice no País das Maravilhas” também teve problemas: a iluminação parou de funcionar ainda antes da primeira arquibancada e, como tudo que está ruim pode piorar, depois de passar do meio de pista, o pescoço do gato parou de mexer.

Urucubaca 4
No abre-alas da Jucutuquara, o letreiro que carrega o nome da escola também entrou na avenida danificado.

Vertigem
Um folião que desfilava numa das alas da Mocidade Unida da Glória passou mal e desmaiou no meio do Sambão. E o que integrantes da harmoniza fizeram? Praticamente jogaram ele no corredor onde fica a imprensa. Gente que assistiu à cena - e tem anos de samba no currículo - ficou indignada pela forma com que a situação foi conduzida.

Canhota
A presidente de honra da Imperatriz do Forte, coitada, se confundiu ao entrar na avenida de mãos dadas com o presidente e no ritual de pisar primeiro com o pé direito para dar sorte...foi com o esquerdo. Vai ser o Mick Jagger do Sambão.

Sem pulseirinha
Uma política colocou sua assessora de imprensa para ligar para uma emissora de TV pedindo convites para curtir os desfiles num camarote. Só que ela não se tocou que a tal emissora nem camarote no Sambão tinha. Resultado: a parlamentar apareceu neste sábado por lá e ficou na área de imprensa, como quem não quer nada.

Mão suada
Uma integrante da comissão de frente da Boa Vista deixou o cone que carregava cair antes da primeira cápsula de jurados, na segunda repetição da coreografia.

Quem não tem colírio, usa óculos escuro
O sol que já raiava quando a Unidos de Jucutuquara entrou na avenida não poupou nem a primeira jurada de mestre-sala e porta-bandeira, que não conseguia ver direito o que acontecia lá embaixo.

O tempo passa
E o deputado federal Helder Salomão, ein? Com 54 anos, já está desfilando na Velha Guarda da Boa Vista.

Contexto
Secretario de Direitos Humanos de Vitória, Bruno Toledo, e a secretária de Direitos Humanos do Governo, Nara Borgo, desfilaram na Novo Império, que pedia um basta à violência contra as mulheres.

Do Centro para Caratoíra
O deputado estadual Sérgio Majeski, que sempre desfilou pela Unidos da Piedade, esse ano saiu na Novo Império.

Bamba
Com seu tradicional chapéu panamá, o diretor geral do Instituto Jones dos Santos Neves, Luiz Paulo Vellozo Lucas desfilou na Jucutuquara.

Um extra para o maestro

Mestre de bateria da Unidos de Jucutuquara, Júnior Caprichosos acabou fazendo mais paradinhas do que o previsto especialmente para julgamento do diretor artístico e maestro titular da Orquestra Sinfônica do Estado do Espírito Santo, o maestro Helder Trefzger.

Corrida contra o relógio

Depois, na última cabine, Júnior não conseguiu apresentar as bossas na íntegra, porque a escola corria risco de estourar o tempo. Ele então, muito educado, tentou sinalizar para o jurado de bateria do último módulo, que apenas balançou a cabeça e continuou ouvindo as viradas da bateria.


Olá, !

Esse é o seu primeiro acesso por aqui, então recomendamos que você altere o seu nome de usuário e senha, para sua maior segurança.



Manter dados