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Cadeirante põe fogo na ex-mulher por não aceitar fim de relacionamento


A limitação de movimentos por conta da cadeira de rodas não foi empecilho para que um cadeirante, de 36 anos, encurralasse a ex-mulher, uma diarista também de 36 anos, dentro de casa e ateasse fogo nela, na noite de sábado (08), no bairro Jardim Tropical, na Serra.

Segundo a família da vítima, o crime foi motivado pelo fato do deficiente físico não aceitar o fim do relacionamento com a diarista, com quem tem um filho, de 2 anos.

O crime aconteceu por volta das 22h30, de sábado, em um imóvel que é de propriedade de familiares do suspeito. 

Testemunhas relataram que, na noite de sábado, a diarista foi até o segundo andar na casa de uma vizinha para esquentar uma sopa que ela daria de janta aos filhos. Quando subia a escadas do imóvel, ela foi encurralada pelo cadeirante que havia trancado o portão. Ele então pegou um litro de álcool, jogou sobre a vítima e ateou fogo.

Duas sobrinhas, de 18 e 17 anos, da diarista que haviam escutado o chamado da vítima para abrir o portão chegaram ao local e viram a tia com o corpo em chamas. “Elas pegaram uma garrafa de água gelada na geladeira e jogaram nela para apagar o fogo”, afirmou a irmã da vítima.

As sobrinhas e os vizinhos da vítima acionaram o Samu-192 e ela foi socorrida por uma ambulância ao hospital Jayme Santos Neves, também na Serra, onde está internada no Centro de Tratamento de Queimados (CTQ). O suspeito fugiu, após o crime.