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Bola na cal
Gilmar Ferreira
Gilmar Ferreira

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Bola na cal

Cinco pênaltis em sete jogos foi o saldo de uma rodada que deixou o Flamengo um pouco mais perto de mais um título do Brasileirão — o sétimo de sua coleção. Mesmo desfigurado, sem algumas das estrelas que o fazem ser diferente, o time de Jorge Jesus venceu o Fortaleza no Castelão, de virada, por 2 a 1, e fortaleceu ainda mais o trabalho do técnico português.

Foi um pênalti no 1 a 0 do Bahia sobre o Grêmio, no Sul; outro no 2 a 2 entre CSA e Atlético/MG, em Maceió; um no 2 a 2 do Goiás com o Corinthians, no Serra Dourada: e dois neste 2 a 1, no Castelão.

Dos cinco, quatro marcados a menos de dez minutos para o final do jogo — três deles no minuto final. Claro, todos eles com o aval do olhar eletrônico.

Números

Com estes cinco, todos marcados na quarta-feira (e sem computar o confronto de ontem entre Fluminense e Athletico/PR (escrevo antes da partida), o Brasileirão chegou ao número de 85 pênaltis em 259 jogos disputados — um a cada três confrontos.

Ou 85 em 26 rodada, média de três a cada uma, número que quase dobra a média geral.

Autoridade

Impressiona nesse trabalho de Jorge Jesus a autoconfiança do conjunto, algo que já me parece imutável. O Flamengo somou 37 dos últimos 39 pontos em disputa e este aproveitamento de 94% não foi obtido só com o time principal.

Jesus foi obrigado a lançar reservas experimentados e não teve medo de levar a campo garotos como Reinier, Lucas Silva e Vítor Gabriel, como nesta virada sobre o Fortaleza de Rogério Ceni.
A atuação esteve abaixo do padrão visto em seus melhores momentos, mas ainda assim o time teve 65% de posse e quase 450 passes trocados. E foi também quem mais finalizou ao gol: 8 a 5.

Clássico

O Vasco conseguiu duas vitórias nos clássicos contra Fluminense e Botafogo jogando em São Januário, o que me leva a crer que a venda do mando de campo do jogo contra o Flamengo foi, tecnicamente, uma decisão equivocada.

O time de Vanderlei Luxemburgo joga na base da imposição, e a força da torcida foi o seu diferencial nos 2 a 1 sobre o Botafogo assumido por Alberto Valentim. O time teve mais de 60% de posse de bola e criou chances de gol. Faltou, como sempre, quem pusesse a bola para dentro.

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