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Blindado contra o preconceito: Diego Montez comemora sucesso de papel de gay na TV

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Blindado contra o preconceito: Diego Montez comemora sucesso de papel de gay na TV


É um impulso para honrar o que meu pai sempre sonhou para mim: que fosse realizado e feliz (Foto: Estevam Avellar/TV Globo)
É um impulso para honrar o que meu pai sempre sonhou para mim: que fosse realizado e feliz (Foto: Estevam Avellar/TV Globo)
Quando aceitou o desafio de viver um personagem gay na TV, o ator Diego Montez, 27, estava pronto para dividir opiniões.

Entretanto, com suas tiradas bem-humoradas, o William de “Bom Sucesso” driblou uma possível rejeição e conquistou o telespectador.

“Essa parte foi incrível: a sexualidade do William nunca foi uma questão para o público. Pelo menos, nunca chegou em mim. Comecei a novela preparado para isso, mas essa experiência me encheu de esperança: ver que, cada vez menos, essa questão é motivo de debate. Nunca deveria ser”, afirma ao AT2.

Haters? O paulista nunca nem viu, mostrando que a aprovação do público é unanimidade. “Na minha página, os comentários negativos não chegaram. Então, não precisei bloquear ou deletar (ninguém)”.

O ator, que é filho da atriz Sônia Lima com o apresentador Wagner Montes, morto há um ano, agora se prepara para viver o pai no musical “Silvio Santos Vem Aí”.

O QUE ELE DIZ

Lembrança com o pai, a mãe Sônia Lima e o irmão Wagner Montes Filho (Foto: Divulgação)
Lembrança com o pai, a mãe Sônia Lima e o irmão Wagner Montes Filho (Foto: Divulgação)

Sonho paterno
Há um ano, Diego Montez teve de enfrentar a perda do pai, o apresentador e deputado federal Wagner Montes, que morreu aos 64 anos devido a um choque séptico, após ser internado com infecção urinária. “A passagem do meu pai serve todo dia como um impulso para honrar o que ele sempre sonhou para mim: que fosse realizado e feliz”, diz ao AT2.

Interpretando o pai
Com o fim de “Bom Sucesso”, Diego Montez se prepara para viver o próprio pai no musical “Silvio Santos Vem Aí”, com estreia em março, em São Paulo. “É um turbilhão de emoções. Estudar um personagem que você conhece a vida toda é uma delícia. Eu sempre fui interessado nessa época, nos anos 1980. Então, junta o interesse com a identificação e transforma tudo em um trabalho ímpar e delicioso”.

Musicais
Montez tem ao menos oito musicais no currículo. Entre eles, “A Era do Rock - Rock of Ages”, no qual foi protagonista. Mas será que o ator tem preferência por teatro ou TV? “Antes, poderia até dizer que preferia teatro. Hoje, tenho uma paixão igual por todo tipo de veículo. Gosto de me explorar artisticamente ao máximo e sempre busco viver intensamente”.

“A repercussão foi a falta de repercussão, e isso foi lindo!”

Montez no papel de William, em “Bom Sucesso”, com Rafael Infante e Ingrid Guimarães (Foto: Divulgação/TV Globo)
Montez no papel de William, em “Bom Sucesso”, com Rafael Infante e Ingrid Guimarães (Foto: Divulgação/TV Globo)

"Bom Sucesso” foi a realização de um sonho?
Diego Montez Sim! Superou todas as minhas expectativas. Tentei muitas vezes entrar na Globo e acho que aconteceu na hora certa!

Vem de novelas voltadas para o público infantojuvenil. O assédio dessa vez foi diferente?
O leque se abre, né? Em uma novela como essa, não são só adolescentes e crianças que reconhecem. Agora, qualquer pessoa reconhece, ainda mais com um cabelo desse, né? (Risos)

Seu personagem usou frases conhecidas de artistas famosos entre o público LGBT. Quem teve a ideia?
Coisas que as pessoas pensavam que são cacos, como o dia em que citei Ludmilla, por exemplo, vinham no meu texto. E eu amo! Quando colocava alguma referência à Inês ou a algum meme, sempre lançava no ensaio e, se a direção gostasse, ficava. Eles tomavam muito cuidado com a obra, então entendia quando barravam.

Como foi a preparação para viver o William?
O William existe. Ele é uma junção de vários amigos. Muitos bordões que uso são de amigos próximos, que se portam como ele no dia a dia. Então, minha preparação foi abrir os olhos e observar.

Os bordões dele conquistaram os telespectadores. O que de mais engraçado você já ouviu do público na rua?
Amo quando falam: “Ave Mariah”. Porque foi uma homenagem a um amigo engraçadíssimo.
E o jeito que chamo a Gisele (Sheron Menezzes): “Bruxa Keka”. Também foi baseado em amigos que amo demais.

Protagonizou beijo com Rafael Infante, que não teve tanto alarde. Essa naturalidade é uma vitória da dramaturgia?
Definitivamente. Uma vitória! A repercussão foi a falta de repercussão, e isso foi lindo!

William te deu a chance de levantar bandeiras, certo?
Com certeza! A bandeira de William foi dar voz à diversidade da maneira mais linda e natural.


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