search
Cookies não suportados!

Você está utilizando um navegador muito antigo ou suas configurações não permitem cookies de terceiros.


Assine agora e tenha acesso ao conteúdo exclusivo do Tribuna Online!

esqueceu a senha? Assinar agora
Cookies não suportados!

Você está utilizando um navegador muito antigo ou suas configurações não permitem cookies de terceiros.

Atletas sul-sudaneses chegam ao Rio para integrar equipe de refugiados

Esportes

Esportes

Atletas sul-sudaneses chegam ao Rio para integrar equipe de refugiados


Atletas da equipe de refugiados. Montagem:  Reprodução / ONU.
Atletas da equipe de refugiados. Montagem: Reprodução / ONU.
Atletas da equipe de refugiados. Montagem: Reprodução / ONU.

Chegaram nesta sexta-feira, 29, no Rio de Janeiro os atletas da primeira equipe de refugiados da Olimpíada. Cinco atletas do Sudão do Sul, que vivem no campo de refugiados de Kakuma, no Quênia, vão disputar as competições de atletismo.

Anjelina Nadai Lohalith (1.500 metros), Rose Nathike Lokonyen (800 metros) pelo feminino, e Yiech Pur Biel (800 metros), James Nyang Chiengjiek (400 metros) e Paulo Amotun Lokoro (1.500 metros) no masculino,  deixaram sua terra natal para fugir da guerra e da fome.

“Eu me sinto muito, muito segura agora. Estamos seguros. Eu estou feliz demais de representar um time de refugiados, porque é algo que nunca ocorreu na história dos Jogos Olímpicos. É claro que são duas coisas acontecendo ao mesmo tempo, a boa, aqui, e a ruim, no nosso país, mas mesmo assim eu não consigo deixar de ficar feliz, mesmo sendo tão difícil de aceitar. Mas temos que concentrar no que vamos fazer aqui sem deixar o que está acontecendo no nosso país nos afetar”, disse Anjelina Nadai Lohalith.

Os atletas desembarcaram no Aeroporto do Galeão por volta de 9 horas, após fazerem escala em São Paulo. A queniana Tegla Chepkite Loroupe, presidente da fundação que leva seu nome, acompanha os sul-sudaneses. Sua fundação  oferece apoio aos atletas refugiados.

“O grande objetivo deles é representar os milhões de atletas refugiados que existem e vivem em outros países. Eles estão ansiosos para competir e fazer seu melhor. O presidente do COI, Thomas Bach, se deu conta da importância de que os refugiados estejam na Olimpíada. São pessoas que estiveram em uma situação extremamente crítica e agora estão aqui no Rio de Janeiro como atletas. Você pode ver em seus rostos que eles estão felizes e querendo mostrar seu talento”, destacou Loroupe.

A primeira equipe de refugiados da história dos Jogos Olímpicos será formada por 10 atletas, incluindo o maratonista Yonas Kinde, os sírios Ramis Anis (natação, 100 metros borboleta) e Yusra Mardini (100 metros livres e 100 metros borboleta) e os congoleses  Yolande Mabika (judô, peso médio) e Popole Misenga (judô, peso médio). Os judocas moram no Rio de Janeiro, enquanto os demais moram na Alemanha, Bélgica e Luxemburgo. A equipe conta com o apoio da Organização das Nações Unidas (ONU).


Olá, !

Esse é o seu primeiro acesso por aqui, então recomendamos que você altere o seu nome de usuário e senha, para sua maior segurança.



Manter dados