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As novas gerações e seus impactos no mercado de trabalho
Tribuna Livre

As novas gerações e seus impactos no mercado de trabalho

As gerações X, Y e Z estão presentes ativamente no mercado de trabalho. Para as áreas do Marketing, Administração e Psicologia é fundamental compreender as similaridades e diferenças entre essas gerações para estarem preparados para os reflexos desta convivência. E quais são os reais impactos disto?

Composta por pessoas nascidas entre 1965 e 1978, a geração X tem como características a estabilidade, busca a realização do sonho e respeito à hierarquia. Há os xennials (nascidos entre 1977 a 1983) que são a geração intermediária. Nasceram na era analógica e ao chegarem à vida adulta se depararam com o avanço tecnológico.

Já a geração Y, chamada de millennials, é representada pelos jovens nascidos entre os anos de 1984 e 2000. Eles são parte ativa da explosão tecnológica nos últimos anos e compõe o perfil típico dos usuários de internet e redes sociais. São jovens adaptados a multitarefas e empreendedores de diferentes áreas inovadoras. Esses profissionais já estão no mercado de trabalho e exigem novas relações de trabalho como maior protagonismo e planos de carreira flexíveis e específicos de acordo com suas habilidades.

Ao contrário da geração X, as pessoas desta geração têm dificuldade de hierarquia e por este motivo buscam empreender e serem donas dos próprios negócios. Para esses profissionais, a busca por novas experiências - como vivências internacionais e em outras culturas - é mais importante que o acúmulo de bens materiais.

E ainda temos a geração Z, que é a hiperconectada ou post-millennials. São os nascidos entre 2000 a 2009 praticamente conectados com os dispositivos avançados. Têm características mais plurais, são mais tolerantes que as gerações anteriores. Conseguem processar com mais agilidade uma informação. No entanto, têm dificuldade de concentração e constantemente passam de uma atividade para outra sem ter concluído a primeira.

Diante de tudo isso, há um conflito com o choque dessas gerações. Os jovens da geração Y batem de frente com a rígida escala de trabalho e não têm como prioridade uma relação trabalhista duradoura. Trabalham em novos espaços físicos como o coworking – único local em que vários profissionais de diferentes áreas atuam no mercado dividindo equipamentos e compartilhando ideias.

As organizações precisam se adequar aos jovens da geração Y ou caso contrário perderão grandes talentos para suas empresas, afinal são esses jovens que vão ocupar os cargos de chefia num futuro muito breve.

A geração X, mais conservadora e mais resistente à contratação de jovens sem experiência de trabalho, precisam entender que flexibilização (de horário, de atividades, etc.) é uma tendência, afinal as atuais e futuras gerações querem mobilidade.

Essa é uma tendência mundial e o desafio é de todos – sociedade, governantes e empresas. Essas novas características das relações empresariais estão delineando novos modelos de relações humanas, educacionais, trabalhistas e de consumo. Os novos profissionais anseiam por troca de experiências e motivações diariamente.

O desafio é implementar planos de carreiras atrativos, recursos humanos mais personalizados e porta-vozes mais atentos e dispostos e encontrar o ponto de convergência de todas as gerações porque todos têm muito o que ensinar e mais ainda a aprender.

Denilton Cunha é consultor empresarial


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