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Após expulsão na Libertadores, Bressan tem futuro indefinido no Grêmio


O futuro de Bressan no Grêmio está indefinido. Liberado dos treinos do clube após a eliminação da Libertadores contra o River Plate (ARG), o zagueiro não tem prazo para voltar às atividades e fatalmente será assunto quando a diretoria pensar em 2019.

O contrato até dezembro do ano que vem se impõe, mas também existe grande desgaste público e preocupação com o lado pessoal do jogador. Aos 25 anos, Bressan foi para uma espécie de "geladeira". Expulso, o zagueiro se mostrou muito abalado emocionalmente e ganhou uns dias de folga.

Sem ir ao CT Presidente Luiz Carvalho há quase uma semana, Bressan deve voltar a treinar nesta quarta-feira (7), mas não atuará nas últimas rodadas do Campeonato Brasileiro. O cenário visa preservar o zagueiro, alvo de duras críticas por parte da torcida e rotulado como vilão da queda para o River.

Quando o assunto é 2019, a incerteza é grande. Mesmo com carência quantitativa de jogadores para zaga, o Grêmio tem alas internas que defendem a saída de Bressan. Sob argumento de "fim de ciclo" e melhor cenário para ambos os lados, clube e jogador.

No ano passado, ele recebeu sondagens de clubes médios do Leste Europeu, mas preferiu ficar em Porto Alegre. Identificado com o Grêmio desde a infância, o zagueiro foi titular na finalíssima da Libertadores de 2017, contra o Lanús (ARG), e atingiu o ápice da carreira. À época, ele chegou a declarar que morreria feliz por ter conquistado o título continental.

Para o Grêmio, a rescisão de contrato é opção fora de cogitação. O rompimento causaria um trauma ainda maior e deixaria o zagueiro exposto. A permanência na Arena só seria viável em cenário de apoio total e irrestrito de Renato Portaluppi, que bancou a permanência de Bressan no ano passado e também influenciou indiretamente na renovação recente.