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Após atentado, professores cobram mais segurança no Estado

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Após atentado, professores cobram mais segurança no Estado


À frente da coordenação de uma escola pública de Itararé, em Vitória, uma professora, de 49 anos, faz um desabafo: “Agressão, xingamento e ameaça de aluno, já passei. Escola hoje é canteiro de guerra”. (Foto: Thiago Coutinho / AT - 14/03/2019)
À frente da coordenação de uma escola pública de Itararé, em Vitória, uma professora, de 49 anos, faz um desabafo: “Agressão, xingamento e ameaça de aluno, já passei. Escola hoje é canteiro de guerra”. (Foto: Thiago Coutinho / AT - 14/03/2019)

O massacre ocorrido na Escola Estadual Raul Brasil, em Suzano(SP), onde 11 pessoas morreram e outras 10 ficaram feridas, serviu de alerta para educadores que atuam em escolas públicas e particulares no Estado.

De acordo com o presidente do Sindicato das Empresas Particulares de Ensino do Espírito Santo (Sinepe-ES), Moacir Lellis, na quarta mesmo a instituição encaminhou um comunicado às escolas associadas pedindo mais rigor na segurança.

“Depois que recebemos essa triste notícia, que comove a todos, decidimos orientar nossas escolas para que reforcem a segurança interna e que passem a observar os movimentos de cada aluno em todos os turnos”, disse Lellis.

Segundo o diretor do Sindicato dos Trabalhadores em Educação Pública do Espírito Santo (Sindiupes), Jean Carlos Nunes, um outro fator que preocupa toda equipe que trabalha nas escolas, além dos casos de invasão de criminosos, são as ameaças e agressões sofridas pela categoria de professores. Segundo ele, pelo menos dois casos de agressão verbal contra professores, são registrados por dia no sindicato.

“Esse caso de Suzano serviu de alerta para toda a categoria, pois, além de sofrermos com ameaças e agressões, que muitas vezes acontecem dentro da sala de aula, agora temos de nos preocupar com a nossa segurança fora dela”, disse Jean.

O também professor da rede pública João Paulo de Faria, contou que embora nunca tenha sido vítima de agressões, mesmo com 19 anos de atuação, não se sente seguro dentro das unidades de ensino.

Ele sugere que equipamentos de videomonitoramento sejam instalados nas unidades com o intuito de identificar quem entra e quem sai das escolas, bem como a instalação de detector de metais.

Já a diretora de comunicação do Sindicato dos Professores Particulares no Estado do Espírito Santo (Sinpro-ES), Kelem Maltta Vargas, informou que mesmo que as escolas particulares tenham mais recursos tecnológicos, como o uso de câmeras e sensores, o medo de que crimes aconteçam permeia nas unidades.

“O que aconteceu em São Paulo é algo que nos deixa com muita insegurança, apesar de usarmos mecanismos. A partir de hoje, todo cuidado é pouco em nossas unidades”, disse.


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