search
Cookies não suportados!

Você está utilizando um navegador muito antigo ou suas configurações não permitem cookies de terceiros.


Assine agora e tenha acesso ao conteúdo exclusivo do Tribuna Online!

esqueceu a senha? Assinar agora
Cookies não suportados!

Você está utilizando um navegador muito antigo ou suas configurações não permitem cookies de terceiros.

Aliança com PMDB e Temer foi 'erro mais óbvio', afirma Dilma

Notícias

Política

Aliança com PMDB e Temer foi 'erro mais óbvio', afirma Dilma


A presidente afastada, Dilma Rousseff (PT), afirmou nesta terça-feira (28) em entrevista uma rádio da Bahia que a aliança com o PMDB do presidente interino, Michel Temer, foi o maior erro cometido por ela em sua gestão.

"O erro mais óbvio que cometi foi a aliança que fiz para levar a presidência nesse segundo mandato com uma pessoa que explicitamente, diante do país inteiro, tomou atitudes de traição e usurpação", afirmou.

Segundo Dilma, essa não foi uma questão pessoal e Temer não "representa a si mesmo".

"Não acho que o vice-presidente representa a si mesmo. O grupo que ele representa, e o encontro com Eduardo Cunha (no último domingo, confirmado pelo Planalto) mostra isso, é um grupo político. E eu errei em fazer aliança com esse grupo político", disse a petista.

 

Segundo a presidente afastada, Temer não conseguiria governar sem conversar com Cunha. E ironizou o encontro: "Não foi sobre futebol que eles conversaram".

Na entrevista, Dilma ainda fez uma série de críticas ao governo Temer. "Estamos vendo nesses parcos 45 dias do governo provisório, um crescente avanço para retirar direitos. Reduzem o Pronatec e agora eles estão dizendo que vão exigir 70 anos para que as pessoas tenham direito à aposentadoria", disse, numa referência à possível proposta de reforma da Previdência de Temer.

Repercussão internacional

 

Dilma ainda comparou o impeachment com o processo que levou ao suicídio de Getúlio Vargas em 1954 e afirmou que em ambos os casos houve uma aliança entre setores descontentes da mídia, oligarquias políticas e grupos empresariais. Também comparou o processo com o golpe militar de 1964.

"Este [golpe] é parlamentar (...) Eles tiveram o cuidado de tentar impedir sistematicamente que se chamasse esse projeto de golpe, e não foram bem-sucedidos. Porque, como a imprensa internacional não tem os mesmos compromissos das cinco famílias brasileiras (donas de grupos de mídia), ela nos ajudou muito a caracterizar como golpe."


Olá, !

Esse é o seu primeiro acesso por aqui, então recomendamos que você altere o seu nome de usuário e senha, para sua maior segurança.



Manter dados