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Álbum 'Autêntica' marca retorno da baiana Margareth Menezes após 11 anos

Música

Álbum 'Autêntica' marca retorno da baiana Margareth Menezes após 11 anos


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“Agora que são elas quero ver parar/ Mulher da minha vida eu prefiro ser/ Lugar da mulherada é em qualquer lugar/ O que é que tá faltando pro homem entender?”. Esse verso de Mulher da minha vida, música de Gabriel Moura e André Lima, pode ser visto como uma síntese de Autêntica, título do álbum com o qual Margareth Menezes dá início a uma nova fase de sua trajetória artística.

Há 11 anos sem lançar um disco de inéditas, a cantora baiana exibe neste trabalho — de forma mais acentuada —, a faceta de compositora, ao assinar cinco das 13 canções do repertório. Em todas elas, a artista baiana reafirma, com interpretação personalíssima, a condição de principal representante do afropop brasileiro.

Autêntica, produzido por Tito Oliveira é um projeto que reúne, predominantemente, criações de compositores baianos de diferentes gerações, que utilizam como característica básica elementos do afro-urbano, universo explorado por Margareth desde 1992, quando lançou Um canto pra subir, o CD de estreia.

Sozinha, a cantora fez Minha mãe, minha musa, Vento sã, Amor e desejo; tem parceira de Nabiyah Be (filha de Jymmy Cliff) em Querera; e de Alfredo Moura e Mokhtar Samba em Capoeira mundial. De Gilberto Gil ganhou Paraguassu; e de Carlinhos Brown e André Lima, Perfume de verão. Luedji Luna e Ravi Ladin são autores de Mãe Preta; Flávia Wenceslau marca presença com Por uma folha; enquanto Peu Meurray, Fabinho Alcântara, Aline Barr e Magary Lord, assinam Retrato 3x4. Já o carioca Jorge Vercillo comparece com Por nós. Há ainda Elegibô – Peaceful heart, com letra bilingue — português e inglês — criação a seis mãos de Ahmed Soultan, Samira Ammouri e Margareth Menezes.

No processo criativo de Autêntica há a participação de nomes de destaque na nova cena musical baiana, como o guitarrista Roberto Barreto, do celebrado BaianaSystem, em Vento sã; Larissa Luz, em Capoeira mundial; sem esquecer Luedji Luna, coautora de Mãe Preta. Um reforço e tanto pata o novo projeto da Margareth.

Com propriedade, Caetano Veloso, fã assumido da cantora, escreve na apresentação do álbum: “Margareth é uma voz que sobressai na multitudinária criatividade da música de carnaval soteropolitano. Entre tantas vozes, entre tantos sons de guitarras e tambores, Margareth emite um grito que se distingue pela Massaraduba da vida. No seu timbre inigualável, eis a itapagipana com canções novas, muitas delas de sua autoria, preparadas para aquecer o coração da gente. O coração e o resto”.


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