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Ai, Jesus
Gilmar Ferreira
Gilmar Ferreira

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Ai, Jesus

Confesso que acho engraçada essa humildade estratégica que une os torcedores do Flamengo numa corrente por um final de ano histórico. Nas esquinas ou nas redes sociais, de anônimos a famosos, não se vê um só rubro-negro festejando a conquista antecipada do título do Brasileiro, ou dando como favas contadas a classificação à final da Libertadores.

Diz um amigo que é o antídoto “anti-cheirinho”, um mecanismo de proteção às frustrações vividas nos últimos anos.

Ainda assim, percebe-se com facilidade que estão todos orgulhosos com o trabalho da diretoria, encantados com o futebol implantado por Jorge Jesus e confiantes nas duas conquistas. Mas, enquanto a estatística der 1% de chances aos rivais, a superioridade técnica do time será decantada apenas pelos demais.

O receio de que a onda de desfalques possa influenciar o desempenho coletivo ainda deixa muita gente ressabiada, à espera do Fla-Flu deste domingo (20) para dar como aberta a fase decisiva da temporada.

O confronto, em si, não decide nada. Mas a vitória rubro-negra obrigará Palmeiras e Santos a vencerem seus respectivos jogos contra Athletico/PR e Atlético/MG, fora de casa, para a vantagem de oito pontos sobre o segundo colocado não subir para 11.

Mais do que isso: um novo triunfo manterá a atmosfera positiva para o duelo que vale vaga na final da Libertadores, na quarta-feira (23), contra o Grêmio, no Maracanã.

É realmente momento mágico que não lembro de o Flamengo ter vivido desde a era Zico. E isso não se dá apenas pela possibilidade de o time voltar a decidir o título que leva ao Mundial de Clubes. É pelo todo.

O trabalho feito no Flamengo, do saneamento das finanças à montagem do elenco, produz encantamento e tem mesmo de ser decantado, sem medo de cobranças ou queixumes.

Porque ele está fazendo com que os clubes cariocas olhem para si e vejam o quanto se atrasaram no processo de modernização. E isso, por si só, já é um legado para o futebol.

Como o jogo deste domingo é um Fla-Flu e este clássico tem uma magia própria, não acho nem um pouco impossível que o time de Marcão prolongue a disputa do título do Brasileiro. Até porque, se houve um adversário a causar desconforto ao Flamengo em 2019, este foi o Fluminense.

A diferença é que em nenhum deles o técnico rubro-negro era Jorge Jesus. O que torna o confronto ainda mais emocionante.

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