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A volta ao início
Gilmar Ferreira
Gilmar Ferreira

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A volta ao início

Logo depois que o conselho da Conmebol decidiu, em fevereiro de 2018, que a Libertadores de 2019 seria disputada em final única, três cidades se lançaram como candidatas a receber o evento: Lima (Peru), Santiago (Chile) e Montevidéu (Uruguai).

Os uruguaios desistiram logo na saída. Mas as capitais peruana e chilena foram inspecionadas por técnicos da entidade, que visitaram estádios, hotéis, aeroportos e possíveis locais para receber as “fan zones”.

Seis meses depois, o conselho decidiu que a final única da Libertadores seria realizada em Santiago, com Lima recebendo a decisão da Sul-Americana, também em jogo único, no próximo sábado, dia 9.

Arranjo político
Ocorre que no dia 9 de maio deste ano, por questões ainda pouco esclarecidas, a Conmebol tirou a final da Sul-Americana do Monumental de Lima e, num arranjo político do paraguaio Alejandro Dominguez, presidente da entidade, a transferiu para o Defensores Del Chaco, em Assunção, onde Atlético Colón, da Argentina, e Independiente del Valle, do Equador, se enfrentam neste sábado.
Nos dois casos, abriu mão da estrutura montada para receber os Jogos Pan-Americanos, realizados entre julho e agosto deste ano, evento que reuniu cerca de 6 mil atletas de 41 países, para competir em 417 eventos de 38 modalidades.

Decisão sensata
De qualquer modo, me parece mesmo a mais sensata essa decisão de agora transferir para Lima a final da Libertadores que seria realizada em Santiago. Em conversas com jornalistas brasileiros que acompanham os distúrbios políticos, quase todos ao cair das tardes da capital chilena, ouvi relatos realmente preocupantes.

A Conmebol e os dirigentes dos clubes e confederações envolvidos no evento optaram, no entanto, por fazer a partida no Monumental de Lima, do Universitario, estádio com capacidade para 80 mil espectadores.

O estádio Nacional, antes analisado, comporta 50 mil torcedores e já está reservado para um outro evento na mesma data.

Favorecimento
É bom lembrar que a troca acaba favorecendo Flamengo e River Plate, que antes tinham de dividir a carga de 25 mil ingressos posta à venda para a histórica final.

Como neste modelo de disputa os clubes têm direito a 25% do total arrecadado com a bilheteria, o aumento de 48.665 para 80 mil na capacidade do estádio deve mudar bastante a participação na receita. Ou seja: os únicos a saírem perdendo foram mesmo os chilenos...

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