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A revolta dos treinadores
Gilmar Ferreira
Gilmar Ferreira

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A revolta dos treinadores

A Federação Brasileira dos Treinadores de Futebol (ABTF) tentou mobilizar os técnicos em atividade nos clubes das Séries A e B do Campeonato Brasileiro em torno de um manifesto de luto pelo tratamento dispensado a Oswaldo de Oliveira, no Fluminense, e Rogério Ceni, no Cruzeiro. Os dois foram demitidos na última sexta-feira, após os jogos da 21ª rodada, esvaziados em embates com seus comandados.

Há o entendimento de que os técnicos estão sem amparo nos clubes e de que é chegada a hora de a classe se unir para pressionar a CBF a incluir no RGC (Regulamento Geral de Competições) algo que os proteja.

A queda de quatro técnicos numa mesma rodada (17 trocas de comando na competição) trouxe efervescência à relação entre os treinadores. Além de Oswaldo de Oliveira e Rogério Ceni, Cuca deixou o São Paulo, e Zé Ricardo saiu do Fortaleza, todos, no entendimento da maioria, em atitudes covardes das diretorias dos respectivos clubes.

As últimas 72 horas foram de muita troca de ideias e alguns questionamentos, principalmente depois de vazar pelas redes sociais um áudio onde Wagner Mancini relata ter deixado o São Paulo ao saber que o lateral-direito Daniel Alves havia sugerido a contratação de Fernando Diniz.

Treinador com bons serviços prestados a vários clubes do País, Mancini exercia a função de coordenador técnico e havia dirigido o time interinamente, não faz muito tempo, após a saída de André Jardine e antes da chegada Cuca. “Fui efetivado no cargo e aí, quatro horas depois, o Daniel Alves foi lá pedir pelo Fernando Diniz. Eles me chamaram e disseram que estavam em dúvida. Eu disse: 'Ué, se vocês estão em dúvida, podem ir atrás do Diniz porque estou indo embora. Tchau!'”, conta Mancini no áudio viralizado na manhã de sábado, dois dias após a saída de Cuca.

O caso foi mais um a ser usado como exemplo do papel secundário a que os treinadores estão sendo relegados. A insubordinação de Paulo Henrique Ganso, que depois de ofender Oswaldo de Oliveira, fez questão de ficar no banco de reservas passando orientações aos jogadores do Fluminense; e a reunião comandada por Dedé no vestiário do Cruzeiro após o 0 a 0 com o Ceará, no Castelão, lembrando a Rogério Ceni que Thiago Neves, Fred e Sassá eram importantes para o time, já haviam gerado sentimento de revolta.

Com ou sem a faixa preta nas vestes, os treinadores irão a campo enlutados.

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