Luiz Mantovani


A queda dos favoritos

A poderosa Alemanha chora sua eliminação (Foto: Getty Images/Fifa)
A poderosa Alemanha chora sua eliminação (Foto: Getty Images/Fifa)

O Brasil perdeu nesta Copa, sob o ponto de vista técnico, a sua maior oportunidade de sagrar-se de novo campeão mundial. Há muito tempo que não víamos a total ausência de pelo menos uma grande seleção.

Não quer dizer que falta emoção, jogos equilibrados. Tem até mais do que em outras Copas, por causa do nivelamento por baixo. O Brasil, pelo seu histórico, tinha obrigação de se destacar e trazer mais uma vez o caneco. Deixou escapar por motivos já abordados aqui, especialmente por algumas escalações e convocações equivocadas de Tite.

Uma semifinal de Copa sem Brasil, Alemanha, Itália, Argentina, Espanha ou mesmo Holanda, pela qualidade e força de seu futebol, no mínimo, é uma competição diferente, para não dizer de menor grandeza. Não vemos como um crescimento dos até então considerados "pequenos", mas muito mais como uma inexplicável queda dos fasvoritos.

Quem sabe, a lição sirva para que todos voltem a mostrar no campo que, além da camisa, possuem ainda futebol para encantar os torcedores de todo o mundo.