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A melhor maneira de lidar com gente difícil
Claudia Matarazzo
Claudia Matarazzo

Claudia Matarazzo


A melhor maneira de lidar com gente difícil

Todos nós temos pessoas difíceis em nossa vida: elas nos deixam loucos e, muitas vezes, perto de perder a razão, pois são irritantes, frustrantes e exaustivas. Tive um pai difícil, escolhi um marido que não é fácil e, claro, tenho admiração e, portanto, acabo escolhendo também colaboradores complicados.

Ok, reconheço que eu mesma sou muito mais do tipo pendendo para o difícil do que cordata e simplesinha –disso não tenho dúvidas.

Mas, até mesmo de tanto lidar com gente assim, acabamos por distinguir os difíceis dos impossíveis e, melhor, ainda os seus subtipos, assim como a melhor maneira de lidar com cada um deles.

Identifique os tipos – Pense na pessoa (ou as pessoas) em sua vida e descubra em qual categoria ela está (ou elas estão). Por exemplo:

Os supercríticos – Aqueles que sempre têm algo ruim para dizer. 

Eles reclamam, criticam e julgam. E são quase impossíveis de agradar, além de terem certeza de que têm sempre razão.

Os americanos têm uma expressão para gente assim: “Negative Nancys” ou “Debbie Downers” – o que dá bem uma medida do quão desagradáveis podem ser.

Uma boa ideia para administrá-los é concordar com tudo e esquecer um segundo depois.

Não adianta querer ter razão, pois eles sempre têm. Concorde e, eventualmente, diga “também acho, mas não me incomoda” porque, acredite, TUDO incomoda esses caras.

“O melhor de todos” – Ele (ou ela) se acha. Simples assim. Eles gostam e vão tentar impressionar você, rotular e comparar. E fazem isso com estardalhaço pois, se ninguém souber o quanto são incríveis, não tem graça. Fujo desses como o diabo da cruz...

Mas, se não tiver jeito e for alguém da família ou de seu círculo mais próximo, resigne-se, e tente até elogiar de vez em quando, pois isso os acalma como mágica...

Os amebas (ou superpassivos) – Não contribuem muito para conversas ou para o bem das pessoas ao seu redor e deixam os outros fazerem o trabalho duro. Vão concordar com a opinião do mais forte e, dificilmente, criarão marola.

Em compensação, são, literalmente, um peso morto – do ponto de vista social.

Lido com isso delegando pequenas tarefas a eles, pois, em uma ocasião mais social, já que não ajudam brilhando, podem, pelo menos, ajudar com pequenos favores e tarefas – que variam, desde pedir para que deem carona para uma tia mais idosa até que limpem os cinzeiros ou providenciem mais sorvete se faltar...

Os mandachuvas – O nome já diz: são mandões mesmo. São pesados e querem que tudo seja feito do seu jeito, e não admitem nada diferente. Por isso, farão qualquer coisa para consegui-lo.

Não tente mudá-los – Sim, nosso instinto é tentar, mas nunca funciona! 

O que acontece é que ele tende a se ressentir. Assim, afunda-se e fica pior.

Tente compreender – Uma boa maneira é tentar entender de onde elas vêm e encontrar sua linguagem de valor, aquilo que alguém mais valoriza e que impulsiona suas decisões. 

Para algumas pessoas, é dinheiro; para outras, é poder ou conhecimento. Entrar nessa sintonia ajuda na comunicação, que pode se tornar mais fluida e agradável.

Os tóxicos – Pessoas tóxicas são agressivas, mesquinhas ou ofensivas.  Ou tudo junto.
Temos visto um infeliz exemplo disso diariamente, com declarações gratuitas e abusivas por parte de nosso Presidente da República.

Relacionamentos tóxicos são muito prejudiciais. O ideal é manter distância e criar uma zona tampão.

Cerque-se de bons amigos e, se tiver de estar com eles (com os tóxicos), faça-o por um tempo mínimo.
 

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