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33 mil imóveis têm rede de esgoto sem fazer ligação
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33 mil imóveis têm rede de esgoto sem fazer ligação


Moradores precisam fazer a ligação do esgoto dos imóveis com a rede coletora instalada nas ruas (Foto: Trata Brasil)
Moradores precisam fazer a ligação do esgoto dos imóveis com a rede coletora instalada nas ruas (Foto: Trata Brasil)
Um trabalho intenso que conta com a união de esforços e investimentos públicos e privados vem sendo realizado para garantir a ampliação dos serviços de coleta e tratamento de esgoto nos municípios de Serra e Vila Velha. Mas, infelizmente, parte significativa dos moradores não fazem a ligação do imóvel na rede.

O município da Serra está acima da média nacional no que diz respeito ao percentual de atendimento a serviços de esgoto, alcançando o patamar de 90%, enquanto no Brasil o índice geral gira em torno dos 50%, de acordo com dados do Instituto Trata Brasil.

Os avanços em esgotamento sanitário na Serra são resultados do trabalho cooperado estabelecido desde 2015 entre a Ambiental Serra e a Cesan, por meio de uma parceria público-privada (PPP).

São inúmeros os benefícios do saneamento, mas, para que eles se materializem, o cidadão também precisa fazer a sua parte, ligando o esgoto de seu imóvel à rede coletora.

Esgoto na rua é crime ambiental (Foto: Trata Brasil)
Esgoto na rua é crime ambiental (Foto: Trata Brasil)
Hoje, mais de 21 mil imóveis na Serra possuem rede de esgoto pronta e disponível, faltando apenas que o morador cumpra o seu papel e faça a ligação com a rede coletora para que, assim, o esgoto seja coletado e tratado.

Esta mesma realidade também é constatada em Vila Velha, onde mais de 12 mil imóveis não destinam seu esgoto corretamente, mesmo com a infraestrutura disponível e em pleno funcionamento em suas ruas.

A atribuição de realizar a ligação do esgoto do imóvel à rede é de responsabilidade dos moradores, prevista em Lei Federal. Aqueles que ainda não fizeram a conexão já começaram a ser fiscalizados por parte de órgãos públicos.

Não se conectar à rede de esgoto é crime ambiental, passível de processo no Ministério Público do Espírito Santo (MPES).

Na Serra, desde março deste ano, o trabalho de fiscalização desses imóveis tem se intensificado e passou a ser acompanhado pela Promotoria de Justiça de Meio Ambiente, em conjunto com a Secretaria Municipal de Meio Ambiente (Semma).


Ações para conscientização

Ações de conscientização e fiscalização têm acontecido, principalmente, nos bairros que receberam investimentos da Ambiental Serra e tiveram construção e ampliação de redes, na tentativa de sensibilizar a população para esta importante etapa do trabalho que é a ligação do esgoto à rede coletora.

Em cinco anos de atuação da parceria público-privada (PPP), foram construídos mais de 190 km de rede coletora de esgoto na Serra, atendendo a diversos bairros, como Serramar, Colina de Laranjeiras, Planalto Serrano, Taquara I e II, José de Anchieta, Campinho da Serra I e II, Vista da Serra II, Parque Residencial Laranjeiras, Novo Porto Canoa, Divinópolis, Mestre Álvaro, Barro Banco e Parque das Gaivotas.

Não se ligar à rede coletora traz danos à saúde e ao ambiente (Foto: Trata Brasil)
Não se ligar à rede coletora traz danos à saúde e ao ambiente (Foto: Trata Brasil)
“Hoje, a Serra é destaque em saneamento no cenário nacional. No ranking do Instituto Trata Brasil, o município se posiciona ao lado de Vitória como as duas cidades do Espírito Santo entre os 100 municípios brasileiros com melhor posicionamento em termos de abastecimento de água e esgotamento sanitário. A PPP trouxe investimentos e avanços rápidos à Serra, pois em apenas cinco anos de atuação realizou obras de ampliação da rede de esgoto em diferentes regiões da cidade, modernização e melhorias nas Estações de Tratamento de Esgoto, além de mais de 40 mil novos imóveis conectados à rede de esgoto”, afirma Justino Brunelli, diretor-presidente da Ambiental Serra.

Com a ampliação e a modernização do sistema de esgotamento sanitário, as PPPs Ambiental Serra e Ambiental Vila Velha juntas coletam e tratam mais de 2 bilhões de litros de esgoto por mês, o equivalente a quase 1.000 piscinas olímpicas de esgoto coletado e tratado mensalmente antes de ser devolvido ao meio ambiente.

“Na prática, isso representa mais saúde, melhor qualidade de vida, valorização imobiliária e proteção ao meio ambiente. A universalização do esgotamento sanitário no Estado tem sido um dos objetivos de governo. Temos trabalhado intensamente para avançar com investimentos em água e esgotamento sanitário”, reforça Carlos Aurélio Linhalis, presidente da Cesan.


FIQUE ATENTO


Investimento em saneamento

O tratamento e a destinação correta do esgoto, em conjunto com a preservação ou o restabelecimento da mata ciliar, são as principais medidas para garantir a recuperação dos rios, cuja vida foi comprometida por processos de urbanização historicamente não planejados e pelo desmatamento.

Órgãos públicos intensificam a fiscalização aos imóveis que ainda não estão ligados à rede de esgoto (Foto: Trata Brasil)
Órgãos públicos intensificam a fiscalização aos imóveis que ainda não estão ligados à rede de esgoto (Foto: Trata Brasil)
Ou seja, estar ligado à rede de esgoto, não desmatar, não ocupar áreas de mangue e fazer a destinação correta dos resíduos são ações que têm relação direta com a qualidade dos corpos hídricos.

Com a ampliação e a modernização do sistema de esgotamento sanitário, as PPPs Ambiental Serra e Ambiental Vila Velha juntas coletam e tratam atualmente mais de 2 bilhões de litros de esgoto por mês, o equivalente a quase 1.000 piscinas olímpicas de esgoto coletado e tratado mensalmente antes de ser devolvido ao meio ambiente.

O investimento em saneamento significa mais saúde, melhor qualidade de vida, valorização imobiliária e proteção ao meio ambiente. A universalização do esgotamento sanitário no Estado tem sido um dos objetivos de governo.


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