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Governo e empresas apresentam novas propostas para pôr fim à greve dos motoristas de ônibus

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Governo e empresas apresentam novas propostas para pôr fim à greve dos motoristas de ônibus


O Governo do Estado e o sindicato das empresas de transporte público apresentaram cinco novas propostas para pôr fim à greve dos motoristas e cobradores de ônibus, iniciada na segunda-feira (12). A categoria protesta contra a implantação de ônibus com bilhetagem eletrônica e sem a presença do cobrador.

Reunião acontece na sede do Tribunal Regional do Trabalho (Foto: Dayana Souza)
Reunião acontece na sede do Tribunal Regional do Trabalho (Foto: Dayana Souza)

Cinco novas propostas foram apresentadas para a categoria. São elas:

1 - os cobradores atuarão durante 60 dias como auxiliares de bilhetagem, tirando dúvidas, para assistir idosos, deficientes físicos, gestantes e crianças.
2 - serão oportunizados no mínimo 3 cursos de requalificação voltados ao aprimoramento dos cobradores, dentro de atividades do próprio sistema e, para que o cobrador que desejar ser motorista, o curso será fornecido até que atinja o nível profissional, e para o ex-cobrador que desejar que seja fornecidas outras funções como mecânico, electricista e auxiliar administrativo
3 - Criação de um grupo de trabalho de acompanhamento e gestão deste programa, com representantes da Secretaria de Mobilidade e Infraestrutura da Companhia Estadual de Transporte de Passageiro (CETURB-ES); do Sindrodoviário e do GVbus;
4 - que seja reconhecida a garantia provisória no emprego de vinte meses a contar da data que o cobrador se afastar nas seguintes proporções e quantidades assim escalonadas: 200 cobradores em 2019, 300 em 2020, 300 em 2021, 300 em 2022. Destaca-se tal escalonamento contará com a função 1.100 cobradores em possibilidade de extinção. O sindicato patronal assume o compromisso de, durante o curso de qualificação profissional, não utilizar o trabalhador na função de cobrador, ou seja, compromete-se a colocá-lo a exercer outras funções dentro do sistema.
5 - as empresas terão prazo de 60 dias para apresentar um plano de demissão voluntária para os cobradores que não desejarem continuar atuando no sistema.

Todas as propostas serão levadas para análise da categoria.


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