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Briga por Disque-pó motivou triplo homicídio

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Polícia

Briga por Disque-pó motivou triplo homicídio


Um dos presos, Breno Rocha da Silva, vulgo Ceará (Foto: Divulgação/PCES)
Um dos presos, Breno Rocha da Silva, vulgo Ceará (Foto: Divulgação/PCES)
Uma briga de família por um ponto de tráfico de drogas conhecido como “Disque-pó” foi a razão do triplo homicídio que aconteceu em 30 de janeiro deste ano, em um posto de combustível às margens da BR 101, em Jucu, Viana.

Na última terça (16), a polícia prendeu um dos responsáveis pelo crime. Outros dois estão foragidos.

Tudo começou quando o dono do Disque-pó, Alcimar Ribeiro Soares, 46, o Cisso, foi preso, no dia 25 de abril de 2018.

“Quando foi para a cadeia, ele passou a gerência da boca para o homem de confiança dele, ao invés de passar para o irmão”, explicou Arthur Bogoni, titular da Delegacia Especializada de Homicídio e proteção à Pessoa (DHPP) de Viana.

O homem de confiança era Fabrício de Azevedo Silva, de 36 anos. Ressentido, o irmão de Cisso, Aleandro Ribeiro Soares, 40, se uniu com traficantes do bairro Universal, em Viana, para matar Fabrício.

Ele levou Lucas Freire Silva, o Luquinhas, de 18 anos, e Breno Rocha da Silva, o Ceará, 21, até o posto de combustível para executarem o plano.

No entanto, os atiradores não contavam com a presença de João Vitor Campos Vieira, 23, segurança de Fabrício, que reagiu aos disparos e acabou morto, assim como o gerente Fabrício e um morador de rua que estava no local e não tinha envolvimento com a história, Valtair Benvindo da Costa, de 55 anos.

Arma do crime encontrada na casa de Luquinhas, no bairro universal. (Foto: Divulgação/PCES)
Arma do crime encontrada na casa de Luquinhas, no bairro universal. (Foto: Divulgação/PCES)
Durante as investigações, a polícia descobriu que uma das armas do crime estavam na casa de Luquinhas, no bairro universal. A PM, com a ajuda da Companhia Independente de Operações com Cães (Cioc), encontrou a pistola 9mm enterrada no quintal da residência, em 22 de março deste ano. Na ocasião, um menor de idade que estava no local assumiu ser dono da arma, e Lucas não foi preso.

O inquérito foi concluído no mês passado, e três pessoas foram indiciadas. O mandado de prisão preventiva de Breno foi cumprido na última terça. Aleandro e Luquinhas seguem foragidos.

Um fato que chamou a atenção da polícia foi o de que dois envolvidos nessa trama, Aleandro e Fabrício, eram assessores de um vereador de Viana.

“Quando o Aleandro fugiu da cidade por causa do mandado de prisão, ele pediu exoneração, e o cargo foi para a mulher dele. Na época ele fugiu para Muniz Freire, agora estamos tentando localizá-lo”, frisou o delegado.

O vereador foi ouvido e, de acordo com a polícia, disse que não sabia do envolvimento dos assessores com o tráfico.

Entenda: Quem é quem

Mortos em 30 de janeiro deste ano:

  • Fabrício de Azevedo Silva, 36 - gerente e homem de confiança do antigo dono do ponto de tráfico conhecido como Disque-pó, em Jucu, Viana.
  • João Vitor Campos Vieira, 23 - segurança de Fabrício
  • Valtair Benvindo da Costa, 55 - morador de rua que estava no local e foi atingido

Presos:

  • Alcimar Ribeiro Soares, Cisso, 46 - dono da boca
  • Breno Rocha da Silva, Ceará, 21 - atirador e traficante do bairro Universal

Foragidos:

Os foragidos: Lucas Freire Silva, vulgo Luquinhas, e Aleandro Ribeiro Soares, vulgo Burrão. (Foto: Divulgação/PCES)
Os foragidos: Lucas Freire Silva, vulgo Luquinhas, e Aleandro Ribeiro Soares, vulgo Burrão. (Foto: Divulgação/PCES)

  • Aleandro Ribeiro Soares, 40 - irmão de Alcimar e mandante do crime
  • Lucas Freire Silva, o Luquinhas, 18 - atirador e traficante do bairro Universal

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