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A lamúria portenha
Gilmar Ferreira
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A lamúria portenha

Sergio Levinsky é um jornalista argentino, sociólogo, com 10 Copas do Mundo no currículo a trabalho para a crônica do país e também para outros veículos da Europa. Figura divertidíssima, um poço de cultura esportiva, sujeito daqueles que arrebata logo no primeiro contato. Exatamente como aconteceu comigo há 30 anos, mais precisamente na cobertura da Copa América de 1989 disputada aqui no Brasil.

Dito isso, vocês hão de imaginar como estava a sala de imprensa do Maracanã ontem, véspera do confronto entre Argentina e Venezuela pelas quartas de final de mais uma edição do torneio. Todos querendo saber de Levinsky o que se passa com a seleção do país, que desde 1993 não conquista um só título com seu time principal. Mesmo tendo o melhor jogador do mundo há mais de 10 anos.

“Somos uma máquina de perder oportunidades”, diz o cronista.

“Disputamos oito Mundiais com Messi e Maradona e só ganhamos um. E sete edições da Copa América sem ganhar nenhuma. Um desastre!”, resume, pouco confiante com o sucesso da equipe de Lionel Scaloni nesta que é a quinta participação de Messi no torneio desde 2007 — Maradona jogou as edições de 1979, 1987 e 1989.

Mas se tem alguém que escapa do crivo de Levinsky, este é Lionel Messi, que chega aos 32 anos carregando nas costas os erros e o jejum do futebol argentino.

Para o jornalista, o mau momento da seleção que fez a final da Copa de 2014, contra a Alemanha, no Maracanã, se deve à má gestão de Claudio Tapia, substituto do Julio Grondona na presidência. Nos últimos cinco anos, a Associação de Futebol da Argentina (AFA) perdeu força, prestígio e dinheiro.

E o sinal mais evidente é visto na oportunidade dada a Lionel Scaloni, o terceiro na comissão de Jorge Sampaoli. Uma escolha que se deu por exclusão, ao final das especulações em torno de nomes conhecidos.

Mauricio Pochettino nem sequer avaliou a possibilidade de deixar o milionário Tottenham. E Diego Simeone, do Atlético de Madrid, avisou antes mesmo que o procurassem da sua intenção de trabalhar em clubes até 2022.

Até mesmo Marcelo Gallardo, que faz carreira vitoriosa no River Plate, já manifestou o desejo de seguir os passos de outros treinadores do país em gramados europeus.

Levinsky diz que a falta de um diretor esportivo atuante minou o trabalho de Sampaoli no Mundial da Rússia e que, hoje, a seleção do país é um coletivo desgovernado.

“Em 1995, uma seleção argentina só com jogadores do Distrito de Santa Fé venceu a Venezuela por 11 a 0. Nos últimos três jogos, não vencemos um...”, lamentou.

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