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10 dias de shows grátis em Domingos Martins

Entretenimento

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10 dias de shows grátis em Domingos Martins


 (Foto: Divulgação/Marcelo Ribeiro)
(Foto: Divulgação/Marcelo Ribeiro)
A partir de amanhã, o 26º Festival de Inverno de Domingos Martins promete esquentar a região. Serão cerca de 60 atrações, entre elas, 20 shows, em 10 dias de festa de graça em Campinho.

Nos palcos, uma harmonia entre erudito e popular, com artistas nacionais e locais. Na primeira noite, o grupo cultural Martinense percorrerá as ruas e, logo depois, às 20h30, o músico Saulo Simonassi se junta à Orquestra Sinfônica do ES, para concerto com clássicos do rock.

E, para encerrar a noite, o paraibano Geraldo Azevedo chega com sua cantoria, numa seleção de sucessos de seus mais de 50 anos de carreira, como “Táxi Lunar”, “Bicho de Sete Cabeças” e “Caravana”. Também no repertório, canções de seu último CD e DVD , “Solo Contigo”.

 (Foto: Divulgação)
(Foto: Divulgação)

No sábado, o capixaba Silva avisa que vai lembrar “muita coisa que deixa o coração apaixonado” em “Silva Canta Marisa”. “Esse é um show que eu tenho um prazer enorme em fazer. As músicas vão além do disco que gravei. São canções que permeiam toda a carreira de Marisa. Tem músicas de Tim Maia, Caetano, Novos Baianos e Peninha”, diz o cantor e compositor ao AT2.

“Não gosto de me repetir, e isso é um grande desafio” - Silva, cantor e compositor

AT2: Como será o show “ Silva canta Marisa” no festival?
Silva: Tem músicas de Tim Maia, Caetano, Novos Baianos, Peninha, muita coisa que deixa o coração apaixonado. É um show pra todo mundo cantar junto, do começo ao fim. Sempre saio renovado do palco.

AT2: Gosta muito de desafios.
Silva: Muito. Não gosto de me repetir, e isso, por si só, é sempre um grande desafio.

Minha relação com o palco vem mudando a cada turnê. Nunca planejei ser cantor e achava que meu negócio era ser concertista ou compositor de trilha sonora. (Risos) E era essa falta de segurança que me travava no palco.

Depois do aval da Marisa, que pra mim é uma das melhores cantoras existentes, eu já não tenho medo ou dúvida de que meu caminho é esse.

 (Foto: Divulgação)
(Foto: Divulgação)
AT2: Curte brincar com a estética da música, da arte. Traz, em sua postura, presença de palco, uma genialidade que lembra Caetano. É por aí?
Silva: Fico muito feliz em ouvir isso. Sou músico, sou brasileiro e tenho a cabeça aberta para estilos musicais bem diferentes. Talvez esse seja o único jeito de definir minhas influências. (Risos) Não enxergo música com rótulos e barreiras. Deve ser por isso que consigo misturar muitos gêneros numa música só. Gosto muito disso.

AT2:  Para você, o que é capaz de transformar nossa vida em um grande Carnaval? O amor?
Silva:
O amor e a música!

AT2: Diante de um mundo tão sisudo, acha que as pessoas estão se declarando menos?
Quero acreditar que não. Creio que o amor resiste a tudo e segue forte, independente do que for.

AT2: Um abraço e uma risada valem mais do que um “like”?
Silva: Vou citar Caetano e Milton aqui: “Qualquer maneira de amor vale a pena. Qualquer maneira de amor vale amar”.

AT2: Faz parte do rol de capixabas que ganharam o mundo. É diferente tocar em casa?
Silva: Tocar em casa é um privilégio, principalmente quando a gente é bem recebido. Frequento o Festival de Inverno desde bem pequeno, participei de diversas oficinas. Vai ser um presente poder tocar no Festival.


Programação do 26º Festival de Inverno em campinho

 (Foto: Tribuna Online)
(Foto: Tribuna Online)
 (Foto: Jornal A Tribuna)
(Foto: Jornal A Tribuna)


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